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As regras não deixam de ser uma forma de controle de toda sociedade. No texto “A punição generalizada” (Vigiar e punir) Foucault afirma: “[...] os reformadores pensam dar ao poder de punir um instrumento econômico, eficaz, generalizável por todo o corpo social, que possa codificar todos os comportamentos e consequentemente reduzir todo o domínio difuso das ilegalidades”. Segundo ainda o autor ‘“a semiótica com que se procura armar o poder de punir repousa sobre regras importantes. Uma delas é que “se à ideia do crime fosse ligada a ideia de uma desvantagem um pouco maior, ele deixaria de ser desejável.‘Para que o castigo produza o efeito que se deve esperar dele, basta que o mal que causa ultrapasse o bem que o culpado retirou do crime’” (Beccaria, apud Foucault,1987). O presente argumento refere-se a seguinte regra:
O panoptismo é uma realidade em nossa sociedade. Michel Foucault (1987) em sua obra “Vigiar e punir” no capítulo III discorre sobre o “Panoptismo”, onde o “[...] princípio da masmorra é invertido; ou antes, de suas três funções – trancar, privar de luz e esconder – só se conserva a primeira e suprimem-se as outras duas. A plena luz e o olhar de um vigia captam melhor que a sombra, que finalmente. A visibilidade é uma armadilha” (p.166). Assinale a alternativa que NÃO apresenta o efeito mais importante do Panóptico.
Várias formulações sobre a existência de Deus foram constituídas ao longo da história da filosofia. Dentre muitas, surge o argumento da aposta, em que temos que decidir se Deus existe ou não. Assim, vencendo a aposta (digamos que Deus exista), ganha-se tudo; perdendo (digamos que Deus não exista), não se perde nada. Assim, é sempre melhor apostar que Deus existe sem hesitar.
Que filósofo é autor do argumento da aposta?
A proposta filosófica de Spinoza não priorizava a elaboração de uma metodologia capaz de servir de guia para o conhecimento teórico-abstrato, mas a busca da verdade capaz de dar sentido à:
Como metáfora, o conceito de tábula rasa foi utilizado por Aristóteles (em oposição a Platão) e difundido principalmente por Alexandre de Afrodísias, para indicar uma condição em que a consciência é desprovida de qualquer conhecimento inato — tal como uma folha em branco, a ser preenchida. Esta ideia continuou a ser desenvolvida pela filosofia da Grécia Antiga; a epistemologia da escola estoica enfatiza que a mente inicia vazia, mas adquire conhecimento à medida que o mundo exterior impressiona.
Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1bula_rasa
Na modernidade, opondo-se ao racionalismo cartesiano, um novo filósofo negou a possibilidade de termos nascido com esquemas mentais que nos dão informações sobre o mundo. Em vez disso, defendeu a ideia de que o conhecimento é criado através da experiência, com a sucessão de eventos que vivemos, o que deixa um resíduo em nossas memórias.
O ser humano é como uma entidade que existe sem nada em mente, uma tabula rasa em que não há nada escrito.
Indique abaixo o filósofo e a ideia que ele defendia, respectivamente: