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Em uma região rural, pequenos agricultores estão enfrentando desafios relacionados aos impactos negativos
de suas formas atuais de produção. Eles dependem do uso intensivo de agrotóxicos e fertilizantes químicos,
o que resulta em degradação do solo, contaminação dos recursos hídricos e prejuízos à saúde humana e
ambiental. Ademais, enfrentam dificuldades econômicas devido à baixa rentabilidade de suas culturas e à
falta de acesso a mercados justos. Diante dessa realidade, esses agricultores estão buscando alternativas
que promovam a agroecologia e a economia solidária em suas comunidades. Além disso, estão interessados
em explorar modelos de negócios que promovam relações mais equitativas ao longo da cadeia produtiva.
Disponível em: https://www.economiasolidaria.org/wp-content/uploads/2023/02/ images_cms-image-000031339.jpg. Acesso em: 12 jun. 2024.
Considerando-se o exposto, as alternativas almejadas por esses agricultores se relacionam na medida em que
Disponível em: https://www.economiasolidaria.org/wp-content/uploads/2023/02/ images_cms-image-000031339.jpg. Acesso em: 12 jun. 2024.
Considerando-se o exposto, as alternativas almejadas por esses agricultores se relacionam na medida em que
Em uma visita técnica à Casa da Memória Transxingu, fundada em 2017, no município de Altamira, os alunos
da rede estadual de ensino depararam-se com uma situação curiosa: a escassez de registros históricos
relacionados às transformações negativas sofridas pela população altamirense como consequência da
construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os estudantes relataram, entre outras coisas, vivências
pessoais e familiares relacionadas a prejuízos econômicos, perda da ligação com a natureza e com o rio,
caráter compulsório de deslocamentos para os reassentamentos urbanos coletivos e até mesmo problemas
psicológicos entre os seus parentes.
A partir dessa situação, assinale a opção que contém uma explicação para a crítica dos estudantes.
A partir dessa situação, assinale a opção que contém uma explicação para a crítica dos estudantes.
Nas últimas décadas, duas críticas se consolidaram no
campo da Sociologia Ambiental contra explicações
genéricas e despolitizadas da crise ecológica contemporânea. A primeira delas questiona a ideia de que a
degradação ambiental atingiria a todos os grupos sociais
de maneira equivalente, evidenciando que a exposição
a riscos ambientais – poluição industrial, resíduos tóxicos,
escassez hídrica, eventos climáticos extremos – segue
padrões de distribuição desigual associados a marcadores sociais e raciais. A segunda crítica volta-se contra
a atribuição da crise climática à humanidade como
espécie de forma homogênea e indiferenciada, propondo,
em seu lugar, uma explicação centrada na lógica histórica de um sistema econômico específico.
Considerando essas duas críticas – associadas, respectivamente, aos debates sobre racismo ambiental e sobre o conceito de Capitaloceno –, assinale a alternativa correta.
Considerando essas duas críticas – associadas, respectivamente, aos debates sobre racismo ambiental e sobre o conceito de Capitaloceno –, assinale a alternativa correta.
De acordo com Ulrich Beck:
"Na modernidade tardia, a produção social de riqueza é acompanhada sistematicamente pela produção social de riscos. Consequentemente, aos problemas e conflitos distributivos da sociedade da escassez sobrepõem-se os problemas e conflitos surgidos a partir da produção, definição e distribuição de riscos científico-tecnologicamente produzidos."
BECK, U. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 23.
A interpretação sociológica apresentada pelo autor permite afirmar que
"Na modernidade tardia, a produção social de riqueza é acompanhada sistematicamente pela produção social de riscos. Consequentemente, aos problemas e conflitos distributivos da sociedade da escassez sobrepõem-se os problemas e conflitos surgidos a partir da produção, definição e distribuição de riscos científico-tecnologicamente produzidos."
BECK, U. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 23.
A interpretação sociológica apresentada pelo autor permite afirmar que
Povos e comunidades tradicionais, com perspectivas diferentes de mundo, como os indígenas, têm fornecido contribuições e reflexões importantes sobre a necessidade urgente de mudanças na relação ser humano e natureza. De diferentes modos, todos eles têm apontado o abismo colossal na preservação dos recursos naturais para as próximas gerações, e os danos irreversíveis causados pelos seres humanos ao planeta Terra. No Brasil, uma das principais vozes no debate é a do intelectual indígena brasileiro Ailton Krenak (1953-), que: