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O exame post mortem, de acordo com o art. 126 do Decreto nº 9.013 de 2017, consiste na avaliação da carcaça, das partes da carcaça, das cavidades, dos órgãos, dos tecidos e dos linfonodos, realizado por meio da visualização, palpação, olfação e incisão, quando necessário. Essa inspeção é de suma importância, uma vez que, muitas das lesões e doenças que comumente acometem os bovinos não são passíveis de diagnóstico no exame ante mortem. É executada em locais estratégicos localizados na sala de abate, chamados de linhas de inspeção post mortem e no DIF. Nas linhas de inspeção, todas as vísceras, carcaças e partes das carcaças são examinadas e, na dependência dos achados ou não de lesões, essas peças podem ser liberadas, condenadas na própria linha ou desviadas para o DIF (Manuais DAS, Ministério da agricultura, 2023).
Os achados de inspeção post mortem de cada lote de animais devem ser marcados nos ábacos de cada linha e registrados nas respectivas papeleta, a linha de inspeção A1 e A, visam respectivamente a inspeção de:
As Empresas que realizam o abate de animais podem receber o selo “Certified Humane Brasil ®”, que indica que os procedimentos adotados nas etapas do sistema de produção respeitam as liberdades que englobam o bem-estar animal, estipuladas pelo Conselho de BemEstar de Animais de Produção (Farm Animal Welfare Council - FAWAC), de 1967. As liberdades, a quais vigoram até hoje, que devem ser observadas para garantir o bemestar dos animais são: 
Em um frigorífico de bovinos, durante o abate de um lote de animais oriundos de um confinamento, algumas carcaças são desviadas ao Departamento de Inspeção Final, apresentando algumas alterações. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a carcaça à sua destinação correta, após a remoção e condenação das áreas afetadas.

Coluna 1
1. Carcaça 1: mastite crônica sem repercussão no estado geral da carcaça.
2. Carcaça 2: abcessos múltiplos no pulmão, sem repercussão no estado geral da carcaça.
3. Carcaça 3: 8 cistos de Cysticercus bovis, sendo
4 presentes no fígado e 4 presentes no diafragma. 4. Carcaça 4: lesões miliares sugestivas de tuberculose.

Coluna 2
( ) Pode ser liberada para consumo em natureza.
( ) Deve ser condenada totalmente.
( ) Pode ser destinada ao aproveitamento condicional pelo frio.
( ) Deve ser destinada ao aproveitamento condicional pelo calor.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Para preservar o bem-estar dos animais de açougue, a legislação faz algumas exigências quanto ao método de insensibilização utilizado, de acordo com a espécie animal. Um dos métodos autorizados é a exposição ao dióxido de carbono em concentração superior a 85%, mas o uso desse método está autorizado apenas em:
Sobre as instalações e as operações do abate de bovinos, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A fim de obter maior maciez da carne, na canaleta de sangria pode-se utilizar a estimulação elétrica, que é a passagem da corrente elétrica nos animais recém-abatidos por meio do contato com eletrodos.
( ) A primeira operação antes da matança é a insensibilização, que visa tomar o animal inconsciente, facilitando a operação de manejo antes de sua sangria e morte, sem, no entanto, causar-lhe dor e angústia.
( ) A esfola consiste num conjunto de operações com a finalidade de remoção do couro do animal após o abate. Tendo em vista as possibilidades de contaminação da carcaça por microrganismos existentes na pele e nos pelos do animal, a esfola constitui um ponto crítico do abate e, por isso, deve ser realizada com o animal suspenso em trilhos.
( ) A evisceração deve ser efetuada imediatamente após a esfola, para evitar que as bactérias do trato gastrintestinal atravessem os vasos mesentéricos e contaminem a carcaça, sendo aconselhada sua realização no máximo 150 minutos após a sangria do animal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: