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Existem diversas estratégias metodológicas indicadas para o trabalho com estudantes surdos.


Dentre elas, encontram-se:

Atualmente, não há dúvidas em relação ao estatuto linguístico das línguas de sinais. Assim, principalmente a partir da década de 90, iniciaram-se investigações com o intuito de identificar não apenas o que era “igual”, mas também o que era “diferente” com o objetivo de enriquecer as teorias linguísticas atuais.


(QUADROS, 2006, p.169) QUADROS, R. M. Efeitos de modalidade de língua: as línguas de sinais. ETD – Educação Temática Digital, v. 7, n. 2, p. 168-178, 2006. Disponível em: https://nbn-resolving.org . Acesso em: 17 nov. 2022.


Os pontos identificados como “diferentes” entre a modalidade oral e a modalidade sinalizada são:

No Brasil do século XIX, verifica-se a instauração da Língua Portuguesa como estratégia para desvincular o Brasil da “dependência” linguística de Portugal e França. Barbosa (2020, p. 185) destaca que “é a partir da necessidade de independência da formação linguística que vários fatos inauguram o cenário da educação e também da educação dos surdos brasileiros”.
BARBOSA, P. C. L. Análise de discurso sobre educação de surdos no século XIX: um gesto de leitura. Campinas: Pontes, 2020.
Nesse contexto, assinale a alternativa que NÃO se enquadrava no projeto de educação popular para os surdos.
Necessidade de normalizar os surdos com base no ensino-aprendizagem da vocalização e da leitura orofacial. Nesta filosofia, originada em meados dos anos 1900, a utilização da língua de sinais ou de qualquer outra forma gestual era proibida, uma vez que se acreditava que esses meios de comunicação prejudicavam o desenvolvimento do surdo em sua produção vocal e em sua compreensão orofacial (CAPOVILLA, 1997).
A afirmativa apresentada corresponde à qual filosofia da educação de surdos?
O oralismo foi a primeira abordagem de educação de surdos e vigorou por quase 100 anos. Skliar (2016) denomina este período como "holocausto linguístico". Logo após o fracasso do oralismo, outras abordagens foram implementadas.

A segunda abordagem de educação de surdos é :