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Concurso:
Prefeitura de Santa Fé - PR
Disciplina:
Enfermagem
Assinale a alternativa que refere-se ao
volume da dose a ser administrada da Vacina
adsorvida difteria e tétano adulto - dT (dupla
adulto):
Concurso:
Prefeitura de Guaíra - PR
Disciplina:
Enfermagem
Considere a prescrição de ampicilina de 700mg EV,
sendo que na unidade está disponível apenas frascos
de 0,5g e diluentes de 10ml, quantos ml deverão ser
administrados?
Concurso:
Prefeitura de Guaíra - PR
Disciplina:
Enfermagem
Considere uma prescrição de soro glicosado de 500ml
para ser infundido em 24 horas, quantas microgotas
aproximadamente por minutos serão infundidas?
Concurso:
Prefeitura de Rebouças - PR
Disciplina:
Enfermagem
Assinale a alternativa que corresponde ao
músculo que representa menor risco de
complicações ao indivíduo submetido a uma
injeção intramuscular [...] é livre de vasos ou
nervos importantes e seu tecido subcutâneo
tem menor espessura, se comparado a outros
músculos utilizados para IM. Na prática
clínica, esta é uma região muito pouco
escolhida e a mudança dessa realidade
depende da equipe de Enfermagem, que
recebendo treinamento adequado e sendo
supervisionada, talvez passe a incorporá-la
em sua prática:
Concurso:
Prefeitura de Rebouças - PR
Disciplina:
Enfermagem
Quanto às boas práticas associadas a
cateteres venosos periféricos, analises os
itens e assinale a alternativa correta:
I - Manutenção da linha infusional fechada. Deve-se realizar desinfecção das conexões antes da entrada nos dispositivos.
II - Estabilizar e fixar cateteres para evitar complicações e perda de acesso não intencional. Métodos de fixação não devem interferir na avaliação e monitoramento do local de acesso e não devem impedir a circulação vascular e/ou a entrega da terapia prescrita.
III - Os dispositivos devem ser lavados antes, entre e após cada infusão medicamentosa, a fim de avaliar o funcionamento do cateter e evitar complicações.
IV - Não usar cateteres periféricos para terapia contínua com solução vesicante, nutrição parenteral ou drogas com alta osmolaridade.
V - Realizar higienização das mãos sempre que houver manipulação do cateter, respeitando os 05 momentos.
VI - Rotineiramente o cateter venoso periférico não deve ser trocado em um período inferior a 96 horas. A decisão de estender a frequência de troca para prazos superiores ou quando clinicamente indicado dependerá da adesão da instituição às boas práticas recomendas, tais como: avaliação rotineira e frequente das condições do paciente, sítio de inserção, integridade da pele e do vaso; duração e tipo de terapia prescrita; local de atendimento; integridade e permeabilidade do dispositivo; integridade da cobertura e estabilização estéril.
I - Manutenção da linha infusional fechada. Deve-se realizar desinfecção das conexões antes da entrada nos dispositivos.
II - Estabilizar e fixar cateteres para evitar complicações e perda de acesso não intencional. Métodos de fixação não devem interferir na avaliação e monitoramento do local de acesso e não devem impedir a circulação vascular e/ou a entrega da terapia prescrita.
III - Os dispositivos devem ser lavados antes, entre e após cada infusão medicamentosa, a fim de avaliar o funcionamento do cateter e evitar complicações.
IV - Não usar cateteres periféricos para terapia contínua com solução vesicante, nutrição parenteral ou drogas com alta osmolaridade.
V - Realizar higienização das mãos sempre que houver manipulação do cateter, respeitando os 05 momentos.
VI - Rotineiramente o cateter venoso periférico não deve ser trocado em um período inferior a 96 horas. A decisão de estender a frequência de troca para prazos superiores ou quando clinicamente indicado dependerá da adesão da instituição às boas práticas recomendas, tais como: avaliação rotineira e frequente das condições do paciente, sítio de inserção, integridade da pele e do vaso; duração e tipo de terapia prescrita; local de atendimento; integridade e permeabilidade do dispositivo; integridade da cobertura e estabilização estéril.