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Um homem de 61 anos, com diagnóstico recente de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) estágio II, sem outras comorbidades metabólicas, procurou orientação nutricional com o objetivo de adotar estratégias não farmacológicas para o controle dos níveis pressóricos.

O paciente relatou receio quanto ao uso de múltiplos medicamentos e deseja saber quais intervenções alimentares possuem maior nível de evidência científica e força de recomendação para reduzir, de maneira sustentada, a pressão arterial sistólica e diastólica.

À luz das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (SBC, 2020) e do padrão alimentar DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension), assinale a opção que indica a conduta correta estruturada pelo Nutricionista. 
Dentre as principais estratégias nutricionais para controlar a esteatose hepática alcoólica e não-alcoólica, tem-se os hábitos alimentares a serem estimulados e evitados. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um hábito a ser estimulado. 
O tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial envolve controle ponderal, medidas nutricionais, prática de atividades físicas, cessação do tabagismo, controle de estresse, dentre outros. Reduções de peso e de circunferência abdominal (CA) correlacionam-se com reduções da pressão arterial e com a melhora metabólica. Para o índice de massa corporal (IMC) e CA, a 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão recomenda:
Segundo as Diretrizes Brasileiras de Obesidade (2016), há práticas gerais de prevenção de doenças crônicas e práticas específicas na obesidade. Entre os métodos de prevenção secundária da obesidade, destaca-se: 
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Conforme as diretrizes brasileiras de hipertensão arterial (2020), a dieta do mediterrâneo reduz o risco de problemas cardiovasculares, observando-se que seus efeitos sobre a pressão arterial são:
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