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Maria Rita, 32 anos de idade, artesã, residente em Pirapora/MG, é encaminhada à clínica de fisioterapia queixando-se de alteração de sensibilidade (dormência e formigamento) na mão esquerda, região palmar, com acometimento do 1º ao 3º dedo. Relata que os sintomas iniciaram há 3 meses, e que o desconforto vem piorando à medida que realiza as suas atividades laborais e de vida diária. Ao ser examinada na consulta fisioterapêutica, foram realizados exames e testes para diagnósticos diferenciais. A suspeita de hérnia discal cervical foi descartada, e os testes de Tínel e Phalen foram positivos.

Aplicando os conhecimentos de semiologia, anatomia humana e propedêutica para avaliar adequadamente a paciente do caso clínico descrito acima, pode-se afirmar que os testes foram positivos para

A principal função dos membros inferiores é permitir que a pessoa fique de pé e deambule. Normalmente, a ação que os músculos dos membros inferiores realiza na caminhada é a chamada ciclo da marcha, que consiste em apenas um ciclo de balanço e apoio por membro inferior. A fase de apoio começa quando o calcâneo toca o solo e começa a sustentar todo o peso corpo e termina com a saída da parte anterior do pé. A fase de balanço começa depois da propulsão, quando os dedos saem do solo, e termina quando o calcâneo toca o solo. Sobre a ação dos músculos envolvidos nesse mecanismo da marcha fisiológica pode-se afirmar que
A palpação é uma técnica utilizada pelo fisioterapeuta para examinar adequadamente o paciente em situações de queixa de dor e limitação da mobilidade articular como, por exemplo, a articulação do punho. Nessa articulação, palpa-se, na face radial do carpo, um osso que representa o assoalho da tabaqueira anatômica na fileira carpal proximal, que é fraturado com maior frequência. Muitas vezes, a fratura ocorre por uma queda sobre a palma da mão em abdução. O desvio ulnar permite que esse osso deslize para fora do processo estilóide do rádio, sob o qual se localiza e torna-se palpável. Este osso é o
Paciente A.R.S., do sexo masculino, 54 anos, com história de acidente automobilístico culminando em trauma cranioencefálico há 9 anos. Evoluiu com diplopia sem melhora clínica. Ao exame físico, apresenta quadro motor típico de paresia unilateral de oblíquo superior à esquerda. Como tentativa de atenuar essa dupla visão, o paciente adota uma posição de inclinação da cabeça para o lado contrário do nervo lesado e o queixo para baixo. Após analisar o caso clínico assinale a alternativa correspondente ao nervo craniano lesado.
Paciente idoso, 84 anos, com sequela de AVE isquêmico, procura por atendimento médico no ambulatório de neurologia do Hospital João XXIII em Belo Horizonte. Foi atendido por um grupo de acadêmicos e pelo preceptor neurologista. Ao exame neurológico, apresentou hemiparesia à direita, perda sensitiva na face e no braço direito, hemianopsia homônima contralateral e afasia. O caso clínico se refere à oclusão da artéria que irriga o hemisfério dominante desse paciente. Analise as alternativas a seguir e marque a que corresponde à artéria acometida.