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Questões por página:
Sobre enxertos e próteses vasculares, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A veia safena magna autóloga é considerada o padrão-ouro para revascularizações infrainguinais tanto supra quanto infrageniculares, devido à sua durabilidade superior e melhor patência a longo prazo, em comparação às próteses sintéticas.

( ) Em reconstruções aórticas, as próteses sintéticas de Dacron ou ePTFE são amplamente utilizadas, pois os enxertos venosos não oferecem resistência mecânica adequada.

( ) O uso de próteses sintéticas está absolutamente contraindicado em qualquer contexto infeccioso, sendo obrigatório o emprego de enxertos autólogos.

( ) O ePTFE pode ser indicado como alternativa em revascularizações infrainguinais quando não há veia safena ou outra veia autóloga disponível, especialmente acima do joelho.

( ) Enxertos biológicos homólogos (aloenxertos preservados) são reservados para situações especiais, como infecção protética ou ausência de material autólogo adequado.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Homem de 58 anos, obeso, há 12 dias no pós-cirurgia de quadril, apresenta dor súbita, edema e aumento do perímetro da coxa esquerda. Refere ainda dispneia leve. O exame físico revela empastamento da panturrilha. Considerando a suspeita de Doença Tromboembólica Venosa (DTEV), qual é a conduta inicial mais adequada? 
Em relação à classificação de Rutherford para doença arterial obstrutiva periférica, assinale a alternativa que apresenta a correlação correta do quadro clínico ao estágio da classificação. 
Sobre a arteriosclerose obliterante (oclusão arterial crônica), analise as assertivas a seguir:

I. O tabagismo e o diabetes melito são os principais fatores de risco.
II. O ITB <0,9 é diagnóstico de doença arterial periférica.
III. A dor em repouso geralmente indica isquemia crítica, associada a risco de perda do membro.
IV. A revascularização precoce está indicada apenas em pacientes assintomáticos para evitar progressão da doença.
V. O exame físico com ausência de pulsos periféricos pode ser suficiente para o diagnóstico e conduta em todos os casos, dispensando a realização de exames complementares.


Quais estão corretas? 
Um homem de 64 anos, tabagista de longa data, relata claudicação intermitente em ambas as panturrilhas aos 150 metros, além de frialdade noturna em repouso nos pés. Ao exame físico, pulsos femorais são palpáveis, porém não há pulsos poplíteos e distais nos pés. O Índice Tornozelo-Braço (ITB) é de 0,35 à direita e 0,40 à esquerda. Qual é a conduta inicial mais apropriada para este paciente?