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Adolescente de 14 anos foi levada a uma Unidade Básica de Saúde pelos pais por apresentar “medo intenso de engordar”. Refere preocupação excessiva com ganho de peso há 1 ano, razão pela qual tem feito restrição alimentar progressiva durante o dia. Relata, porém, episódios de compulsão alimentar quase todas as noites da semana, nos últimos 4 meses, quando não consegue controlar a quantidade e a qualidade do que come. Menciona compensar os episódios de compulsão alimentar com jejuns prolongados e exercícios físicos excessivos. Nega histórico de vômitos autoinduzidos ou uso de laxantes. Não há comorbidades clínicas prévias. O exame físico revela: paciente consciente e orientada; sinais vitais estáveis; IMC 23 kg/m2 ; pele levemente ressecada e ausência de sinais de desnutrição ou outras alterações.

Qual é a principal hipótese diagnóstica nesse caso?
Uma jovem de 19 anos é levada pelos pais à consulta psiquiátrica, após perder 11 kg nos últimos 6 meses. Os pais dizem que praticamente não veem mais a filha comer. Frequentemente, ela inventa desculpas para se ausentar no momento das refeições. Quando não consegue, os pais dizem que ela come apenas a salada e um pedaço pequeno de carne. Passou a recusar comer arroz, feijão ou macarrão. Tornou-se mais irritadiça. Diariamente, caminha por 1h e faz exercícios abdominais durante 30 minutos. Está há 3 meses em amenorreia.
Ao exame, demonstra grande ansiedade e desconforto ao ser pesada. IMC: 16,8 Kg/m2 , FC: 56 bpm, PA: 90 x 50 mmHg, hipocorada ++/4+, acrocianose. Afirma saber que seu comportamento não é saudável, que está emagrecendo, mas não consegue se sentir satisfeita com sua imagem nem voltar a se alimentar adequadamente. Verbaliza que "gostaria que as coisas voltassem a ser como antes".
A hipótese diagnóstica mais provável é
Uma jovem de 19 anos é levada pelos pais à consulta psiquiátrica, após perder 11 kg nos últimos 6 meses. Os pais dizem que praticamente não veem mais a filha comer. Frequentemente, ela inventa desculpas para se ausentar no momento das refeições. Quando não consegue, os pais dizem que ela come apenas a salada e um pedaço pequeno de carne. Passou a recusar comer arroz, feijão ou macarrão. Tornou-se mais irritadiça. Diariamente, caminha por 1h e faz exercícios abdominais durante 30 minutos. Está há 3 meses em amenorreia.
Ao exame, demonstra grande ansiedade e desconforto ao ser pesada. IMC: 16,8 Kg/m2 , FC: 56 bpm, PA: 90 x 50 mmHg, hipocorada ++/4+, acrocianose. Afirma saber que seu comportamento não é saudável, que está emagrecendo, mas não consegue se sentir satisfeita com sua imagem nem voltar a se alimentar adequadamente. Verbaliza que "gostaria que as coisas voltassem a ser como antes".
A hipótese diagnóstica mais provável é 
Mulher, 24 anos, relata episódios, três vezes por semana, em que ingere grande quantidade de alimentos com sensação de perda de controle, seguidos de vômitos autoinduzidos e uso ocasional de laxantes. IMC é 23 kg/m2. Potássio de 2,9 mEq/L e amilase elevada.

Assinale a opção que apresenta a interpretação e a conduta inicial mais adequada para o caso. 
Adolescente de 16 anos, bailarina, apresenta perda ponderal progressiva, medo intenso de ganhar peso, restrição alimentar persistente e percepção distorcida do corpo. IMC abaixo do esperado para a idade. Há bradicardia sinusal de 44bpm e extremidades frias.

O seguite achado aumenta a preocupação cardiológica e pode indicar necessidade de maior nível de cuidado: