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Considere o seguinte trecho:
Economia e Sociedade no Egito Antigo
O Reino Antigo compreende as dinastias IV a VIII, entre 2575 e 2134 [a.C.], com apogeu na primeira de tais dinastias, época da construção de enormes sepulcros, as três grandes pirâmides de Guiza, perto de Mênfis, pelos faraós Khufu (o Quéops dos gregos), Khafra (Quéfren) e Menkaura (Miquerinos); os dois primeiros, em especial, levantaram monumentos de tal magnitude que supõem um sistema tanto político quanto econômico muito bem-organizado.
(CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Brasiliense,1982. p.51-52.)
A partir do excerto acima e dos conhecimentos acerca da política e da economia do Egito Faraônico e das antigas sociedades africanas, é correto afirmar:

TEXTO 1

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VIEIRA, F. A. Uma diáspora na Antiguidade africana: núbios em trânsito no Novo Império egípcio (1580-1080 a.C.).


In: Anais do Copene Sul,2015.



TEXTO 2


No referente à divisão do trabalho, mulheres raramente eram representadas em cenas relativas às atividades agrícolas, não aparecendo realizando funções artesanais, com exceção da fabricação de pão e cerveja e a fiação e tecelagem. Nas pinturas, essa característica fica clara, já que os homens eram retratados com uma cor mais escura que as mulheres, mostrando que as ocupações no exterior da casa eram majoritariamente e, algumas vezes, exclusivamente masculinas, enquanto que as ocorridas no interior dos espaços cobertos podiam ser tanto femininas quanto masculinas. Com relação à monarquia divina, a noção de realeza feminina era complementar à desempenhada pelo rei, e não restam dúvidas de que a rainha era extremamente importante em alguns rituais, atuando como contraponto do faraó.


SOUZA, A. F. A mulher-faraó: representações da rainha Hatshepsut como instrumento de legitimação (Egito Antigo – Século XV a.C.).


In: XXVII Simpósio Nacional de História – Anpuh. Natal,2013 (adaptado).



Considerando os textos 1 e 2, as relações de poder na Núbia e no Egito Antigos demonstram que mulheres

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Tumba de Tutancâmon, no vale dos Reis, em Luxor (Egito), que está sendo investigada
O ministro egípcio de Antiguidades, Mamduh al Damati, apontou nesta terça‐feira (29) a possibilidade de um novo descobrimento arqueológico na tumba do faraó Tutancâmon, que inspecionou nestes dias com o analista britânico Nicolas Reeves. Esta inspeção preliminar na cripta do chamado “faraó menino” é o primeiro passo para comprovar a veracidade da teoria de Reeves, que em agosto revelou que nessa câmara funerária poderia estar também o sepulcro da rainha Nefertiti. (Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimasnoticias/efe/2015/09/29/egitoanuncia‐ nova‐descoberta‐arqueoligica‐na‐tumba‐de‐tutancamon.htm. Adaptado.)
Para os egípcios o Faraó tinha poder incontestável. Era responsável pela agricultura, pela justiça e pela administração do Império. O Egito antigo tinha, portanto, um governo de caráter:

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(Disponível em: https://q=zigurate&biw=1920&bih=935&site=webhp&tbm=isch&tbo= %3A.)

A figura apresenta as ruínas do Zigurate de Ur, construídas entre os anos de 2113 a 2016 a.C., localizadas no atual Iraque, na região da antiga Mesopotâmia. No contexto da antiga história mesopotâmica, os zigurates eram construções que:

“Das mais antigas civilizações do mundo foi, provavelmente, a que começou no vale do Tigre e do Eufrates mais ou menos em 3.500 ou 3.000 a.C. Por conveniência, os historiadores se referem a essa civilização como ‘mesopotâmica’ [...]. A civilização mesopotâmica era completamente diferente da egípcia. Sua história política é assinalada por interrupções bruscas. Sua composição racial era menos homogênea e sua estrutura social e econômica oferecia campo mais largo à iniciativa individual.”

(BURNS, Edward McNall. História da civilização ocidental: do homem das cavernas até a bomba atômica. Rio de Janeiro: Globo, 1964. p.98.)

A civilização mesopotâmica foi uma das mais antigas e influentes na Antiguidade oriental. A esse respeito, marque a afirmativa correta.