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A teacher uses excerpts from George Bernard Shaw’s play Pygmalion (1913) as a starting point to reflect on language use and its social implications. Before reading, she facilitates a group discussion where students share expressions from their heritage languages or regional dialects, drawing parallels with the Cockney dialect of the protagonist Eliza and sharing personal experiences of linguistic discrimination. Next, the students engage in guided reading of selected excerpts from the play and discuss Eliza’s transformation — a working-class woman who, after intensive phonetic training, is introduced into high society. The activity continues with the screening of scenes from the musical My Fair Lady (1964), based on the play, followed by a comparison between the two texts using film stills, focusing on syntactic and lexical differences. Finally, students are invited to research contemporary productions that relate to these works, drawing on their linguistic repertoires, such as memes, fanfics, videobooks, and video reviews.
Considering the teacher’s practice, identify the linguistic phenomena addressed as well as the pedagogical approach employed
Ao longo do tempo, a Educação Física escolar no Brasil foi influenciada por modelos que padronizavam os corpos e as práticas, reforçando estereótipos ligados ao corpo ideal: jovem, magro, atlético, branco, saudável e heterossexual. Tais estereótipos não consideravam as diferenças sociais, culturais e identitárias dos estudantes. Por outro lado, as abordagens críticas propõem uma ressignificação do trato com o corpo, defendendo práticas pedagógicas que promovam a autonomia, o respeito à diversidade e a inclusão no ambiente escolar. Com o avanço das abordagens críticas na área, passou-se a compreender as dimensões históricas, filosóficas, sociológicas e antropológicas da Educação Física e o corpo como uma construção histórica, social e cultural, e não apenas como uma máquina biológica. Nesse sentido, tornou-se essencial repensar o trato pedagógico com os corpos — especialmente os corpos gordos, negros, com deficiência, LGBTQIAPN+, entre outros. Diante disso, uma professora do Ensino Médio de uma escola pública trabalhou o tema Diversidades e, ao observar algumas dinâmicas desenvolvidas durante uma das aulas, percebeu que alguns estudantes sentiam-se excluídos ou constrangidos com práticas em que suas diferenças corporais eram expostas. Ao identificar isso, decidiu reformular suas estratégias pedagógicas com base em uma perspectiva crítica e inclusiva da Educação Física que respeite os diferentes corpos e histórias.

Considerando a diversidade dos corpos e a construção da autonomia dos estudantes, qual ação pedagógica compete ao professor de Educação Física?
As lutas, as artes marciais e as modalidades esportivas de combate são frequentemente associadas à violência em virtude de suas origens históricas, por envolver confronto com o oponente-outro e pelo efeito das representações midiáticas centradas na destruição ou na morte daquele que se tem de enfrentar (inimigo). No entanto, a violência está correlacionada a uma série de questões sociais decorrentes de desigualdades, preconceitos e injustiças, apresentando-se também em outras práticas corporais, tais como o próprio futebol. É preciso considerar que há determinada incompreensão em relação às dimensões afetivas manifestadas durante o combate, como a agressividade, a frustração e a raiva, aspectos fundamentais para o desenvolvimento humano. É preciso que tais dimensões venham à tona para compreendê-las e, em algumas situações, controlá-las. Essas manifestações, quando inseridas na escola sob uma perspectiva crítica e dialógica, podem contribuir para a transformação de culturas de violência em experiências pedagógicas emancipadoras que potencializam atitudes conciliadoras na resolução de conflitos entre os estudantes, instaurando uma cultura de paz na escola.
Ao adotar uma perspectiva crítica, dialógica e emancipadora, o professor de Educação Física deve
mostrar texto associado
O trabalho desenvolvido no projeto possibilitou ao professor
O espaço escolar é um lugar de convívio. Nele encontramos não apenas as relações das pessoas com o conhecimento, mas também o aprendizado de como as pessoas se relacionam entre si e com o restante do mundo. Exatamente por isso os conflitos aparecem, e a gestão da escola deve saber como lidar com eles. Por reproduzir as lógicas sociais, encontramos, também na escola, relações que desvalorizam o que é entendido como contra-hegemônico nas culturas. E isso impacta negativamente nas pessoas negras e nas praticantes das Religiões de Matrizes Africanas. Talvez os signos de Exu e de Ogum sejam boas pistas sobre como lidar com a escola na busca de espaços menos opressivos. Essas duas divindades do panteão iorubano são vinculadas aos caminhos, à comunicação, à política, aos conflitos e, de algum modo, à própria educação. Exu e Ogum nos ensinam que a convivência não precisa de uma suposição de que todas e todos pensem do mesmo modo, desejem do mesmo modo, caminhem pelos mesmos caminhos. Mas ensinam que o mundo é criado coletivamente e que, entre conflitos e andanças, devemos preservar as diferenças.

NASCIMENTO, W. F. As religiões de matrizes africanas, resistência
e contexto escolar: entre encruzilhadas. In: Memórias do
Baobá II. Fortaleza: Editora UFC,2017 (adaptado).

Com base no texto e nas ações de enfrentamento ao racismo religioso no espaço escolar, é correto afirmar que a