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Segundo Barbeiro (2015), "é bom você entender que o conflito entre os particulares interessa ao jornalismo porque interessa à opinião pública. Não se trata de uma forma de explorar apenas o que é ruim. É que sem confronto não há notícia, e a maioria das fontes e entrevistados não entende isso. Não há nisso nenhuma perseguição de qualquer ordem contra esta ou aquela empresa". Com base nessas afirmações, assinale a opção correta. 
Conforme a terceira edição do Manual dos Jornalistas em Assessoria de Comunicação da Fenaj, que é resultado da ampliação do Manual de Assessoria de Imprensa de 1985, é de responsabilidade do assessor a produção de vários produtos destinados à divulgação das atividades da instituição assessorada aos veículos de comunicação.
É correto afirmar que
Leia o texto a seguir.
    Por detrás das pautas dos acontecimentos culturais - estreias, inaugurações, lançamentos de produtos etc. - que constituem os cadernos culturais diários e semanais - muitas vezes estão as assessorias de imprensa, que estabelecem e mantêm a articulação entre as fontes e as redações, facilitam o trabalho de ambos, mas nem sempre o definem.
MIRANDA, Nadja. Divulgação e jornalismo cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 79-98. [Fragmento]
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. As assessorias, em muitos casos, tornam-se também fontes - porque têm a matéria-prima básica das informações -, notadamente nos cadernos culturais, que são constituídos, em grande parte, pelas informações delas provenientes.
PORQUE
II. O público imediato das assessorias não são os leitores, mas os próprios jornalistas. No relacionamento daqueles com estes, é necessário atuar com base na percepção que os jornalistas, nas redações, têm do fato e de como vão transmiti-los.
É correto afirmar que  
"Quem não se lembra de que, no Brasil dos anos 1970 e 1980, a assessoria de imprensa era rotulada como 'prostituição do jornalismo'". 
Fonte: KUNSCH, M. M. K. Jornalismo e relações públicas: dos limites fronteiriços para uma ação integrada nas organizações. In: LOPES, B; VIEIRA, R. F. Jornalismo e relações públicas: ação e reação. Uma perspectiva conciliatória possível. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
O questionamento de Margarida M. K. Kunsch (2004, p. 12) aponta para o estigma histórico associado à atividade de assessoria de imprensa no Brasil. Com base nessa reflexão e na evolução do campo, assinale a alternativa correta:
No contexto da assessoria de imprensa no setor público, é correto afirmar que: