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Em situações de emergência que cursam com choque, a administração rápida e criteriosa de fluidos intravenosos é uma medida prioritária para restaurar a perfusão tecidual e a oxigenação. A escolha do tipo de volume, a velocidade de infusão e a monitorização da resposta do paciente são aspectos cruciais na condução do tratamento, visando a estabilização hemodinâmica e a prevenção de danos orgânicos.
Em situações de choque, a administração de volume é uma medida terapêutica essencial para restaurar a perfusão tecidual e a estabilidade hemodinâmica, sendo imperativo que a equipe de enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, saiba identificar os sinais e sintomas precoces e iniciar o manejo inicial conforme os protocolos estabelecidos.
Um paciente chega ao pronto-atendimento com sinais de hipovolemia severa após um trauma com perda sanguínea significativa. A equipe de enfermagem precisa agir rapidamente para estabilizar o quadro clínico. Diante dessa situação, qual das seguintes abordagens é a mais adequada para o atendimento inicial ao choque hipovolêmico?
Em um hospital público, a equipe de enfermagem se depara com um paciente em pós-operatório imediato de uma cirurgia abdominal de grande porte. O paciente apresenta sinais de instabilidade hemodinâmica, com hipotensão, taquicardia e oligúria. A equipe precisa agir rapidamente para reverter o quadro e garantir a segurança do paciente. Considerando os protocolos de atendimento em situações de choque, assinale a alternativa que descreve a abordagem inicial mais adequada.
Um paciente chegou ao pronto-socorro apresentando sinais de choque hipovolêmico, como taquicardia e pressão arterial baixa. O enfermeiro de plantão deve agir rapidamente. Assinale a alternativa que descreve a melhor conduta a ser adotada neste caso.