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De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS, 2002) um indivíduo idoso que apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) de 27 kg/m² é classificado com:
A circunferência da panturrilha (CP) é uma medida antropométrica muito utilizada para estimar a massa magra na população idosa. De acordo com a Diretriz Braspen de Terapia Nutricional no Envelhecimento (2019), o ponto de corte indicativo de redução da massa magra em idosos brasileiros do sexo masculino é:
À medida em que ocorrem alterações fisiológicas no envelhecimento, a compreensão das implicações sobre a nutrição torna-se fundamental. Diante desse contexto, qual das afirmações a seguir reflete CORRETAMENTE, as mudanças na fisiologia nutricional decorrentes do processo de envelhecimento?

I. Em decorrência de uma prevalência crescente de doenças gastrintestinais, que são acompanhadas pela reduzida biodisponibilidade de nutrientes, os idosos podem apresentar maiores riscos de deficiências de vitamina B12, cálcio e ferro, e nesse caso deverão ter sua suplementação necessária.
II. Uma característica comum nas pessoas idosas é o aumento da capacidade de absorção de vitaminas lipossolúveis, contribuindo para uma melhor saúde óssea.
III. Maiores chances de quedas e fraturas podem estar associadas a deficiências na ingestão e absorção de vitamina D e cálcio. No entanto, não há indicação de suplementação desses micronutrientes para pessoas idosas, uma vez que as recomendações das DRI’s são suficientes para manutenção de valores séricos normais.
IV. A suplementação de vitamina D, associada ou não a reposição de cálcio, está indicada para idosos com idade ? 65 anos. Em geral, nessa faixa etária, os idosos apresentam risco aumentado de deficiência de vitamina D (25OH vitamina D < 20 ng/mL), com maior chance de quedas e fraturas.
V. A suplementação de micronutrientes deve ser baseada nas DRI’s, o que requer avaliação do consumo atual e da biodisponibilidade de nutrientes, não devendo ultrapassar a UL (Tolerable Upper Intake Level), que é definida como o mais alto valor de ingestão diária realizada de forma prolongada o que, aparentemente, não oferece risco à saúde. 
Paciente do sexo masculino, 56 anos, cirrótico por uso abusivo de álcool, internou por quadro de encefalopatia hepática (EH), ascite e icterícia. Refere redução de ingestão alimentar na última semana (consumindo 50% do habitual), perda de peso > 5% em 1 mês e constipação. Na avaliação nutricional: peso seco = 50kg; estatura = 170cm; circunferência do braço (CB) = 27cm; e força do aperto de mão (FAM) = 20kg. De acordo com o caso exposto, assinale a alternativa que melhor corresponde às recomendações nutricionais para pacientes com doença hepática descompensada.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
A utilização de ferramentas empregadas para avaliação do estado nutricional à beira do leito, como antropometria e bioquímica, encontra muitas limitações no paciente em estado crítico. Nos pacientes obesos críticos, a meta calórica não deve ultrapassar _________________ do alvo, aferido por _________________, considerada “padrão-ouro” para aferição do consumo energético real. Na indisponibilidade do exame, devem-se utilizar _________________ do peso real para pacientes com _________________.