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Joana, 35 anos, apresenta IMC = 27 kg/m² e relata consumo alimentar rico em ultraprocessados, com excesso de açúcares e gorduras e baixo consumo de frutas, verduras e fibras. O instrumento mais adequado para avaliação detalhada da ingestão alimentar denomina-se
Maria, 60 anos, diabética, apresenta exame laboratorial com glicemia de jejum = 138 mg/dL; HbA1c = 7,8%; Triglicerídeos = 250 mg/dL e HDL = 35 mg/dL. A partir da interpretação desses resultados, deve se concluir que Maria tem 
Pedro, 45 anos, portador de hipertensão arterial, foi submetido à avaliação nutricional. O exame de bioimpedância elétrica (BIA) revelou IMC de 32 kg/m², percentual de gordura corporal de 36% e massa magra reduzida. A principal conclusão da avaliação de composição corporal é que o paciente apresenta
Mariana, 14 anos, estudante, apresenta fadiga, palidez e queixa de baixo rendimento escolar. O hemograma revelou Hb: 10,5 g/dL, ferritina sérica: 8 ng/mL. Além disso, a adolescente apresenta IMC acima do percentil 95 para idade. Relata consumo frequente de fast-food, refrigerantes e baixo consumo de alimentos fontes de ferro. O diagnóstico e o aspecto epidemiológico que podem relacionados ao quadro de Mariana são 
Carlos, 3 anos, residente em área rural de baixa renda, foi levado à unidade de saúde com queixa de perda de apetite, diarreia recorrente e dificuldade de ganho de peso. Ao exame físico, apresenta baixo peso para idade (P/I), palidez e olhos ressecados. A mãe relata alimentação pobre em proteínas e quase sem frutas e verduras. Com base no quadro clínico e epidemiológico descrito, a principal preocupação nutricional é