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Em 1888, o Brasil aboliu a escravidão em todo o território nacional. Foi um dos últimos países a libertar os escravos. Sobre a libertação dos escravos, analise as proposições abaixo.


I. A abolição de quase 800 mil escravos foi fundamental para a modernização da economia brasileira, embora a modernização tenha demandado algum tempo para começar.

II. Os escravos tiveram grandes dificuldades para se incorporarem ao mercado de trabalho livre. Muitos deles continuaram com seus antigos senhores.

III. Do ponto de vista jurídico, os escravos libertos passaram a ser considerados cidadãos com todos os direitos concedidos pela constituição.

IV. A escravidão institucionalizada foi rompida, porém muitas das relações da época do escravismo se mantiveram. O preconceito contra o trabalho, sobretudo o manual, foi um dos vestígios mais marcantes do tempo da escravidão.

Está CORRETO o que se afirma em

XXI-TAUNAY E A RETIRADA DA LAGUNA”
Adentra com o coronel camisão o teatro da guerra, Conduzidos pelo guia lopes Entre brenhas e banhados Chegam a laguna: Fome Fogo, Febre Era preciso retroceder Retirar não é fugir, É preciso marchar
NAVEIRA, R. Guerra entre irmãos. Campo Grande: edição independente,1993.
O texto da escritora Raquel Naveira rememora poeticamente

Uma das preocupações do período do Brasil Império, principalmente durante o governo de Pedro II, era a questão da construção de uma identidade brasileira. Esse aspecto permeou as artes e a ciência do período. Em relação à busca por uma identidade brasileira e às artes no período imperial, assinale a alternativa INCORRETA.
Em 1835, durante o Período Regencial brasileiro, a Bahia foi palco de um levante popular feito por escravos de origem religiosa muçulmana que lutavam contra a escravidão e também contra a imposição religiosa do catolicismo. Apesar da dura repressão governamental sobre os revoltosos, causando muitas mortes, o movimento conseguiu o retorno para a África de mais de 500 negros libertos, os chamados Agudás.

O texto faz referência a:
Leia os trechos a seguir.

“Sinto-me feliz de poder principiar, afirmando-vos que Bento Gonçalves, Bento Manuel, Canabarro e Netto nunca foram separatistas de coração. Não tiveram também ideias republicanas arraigadas. Isto em nada os diminui; porque os nossos maiores não devem ser venerados pelo simples fato de terem sido republicanos ou monarquistas, e sim porque souberam ser uma ou outra coisa, sendo, sempre, acima de tudo, Brasileiros.”

Fonte: Souza Docca. RIHGB, t.90, vol.144,1921, p.825.

“O azinhavre do separatismo tentou manchar esse gesto de acrisolado civismo gaúcho, taxando-o de artifício, mas não o conseguiu, porque o sentimento de brasilidade dos rio-grandenses do sul, na constelação política de nossa Pátria, paira, como aquele cântico da musa inspirada de Guerra Junqueiro: “Tão límpido, tão alto, que parece que é a estrela do céu que está cantando”.


Fonte: Souza Docca. RIHGB, vol.166,1932, p.731-732.

Com base na leitura dos trechos, é correto afirmar que a construção da memória histórica farroupilha