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“É 7 de maio de 1888. A Câmara dos Deputados do Brasil recebe um seco projeto de lei composto de dois artigos somente. O primeiro dizia: “É declarada extinta a escravidão no Brasil”, e o segundo: “Revogam-se as disposições em contrário”. O laconismo do projeto, que se converteria na Lei Áurea, refletia a radicalização a que se chegara em relação à questão servil. Nenhuma dilação ou concessão ao escravismo seriam mais toleradas...”.
QUEIROZ, Suely R. Reis de. A abolição da escravidão. São Paulo: Brasiliense,1999, p.83.


A respeito da sociedade escravista e do abolicionismo, assinale a alternativa correta.
“A melhor indicação das dificuldades em estabelecer um sistema nacional de dominação com base na solução monárquica encontra-se nas rebeliões regenciais. (...) As revoltas podem ser divididas em dois grandes grupos” (José Murilo de Carvalho, Teatro de Sombras, Ed. UFRJ/Relume- Dumará, p.230)
A opção que apresenta revoltas que NÃO são do período regencial é:
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A abolição da escravidão é um dos eventos mais importantes na história do Brasil. Em 1888, foi proclamada a Lei Áurea, que pôs fim a esse triste capítulo da história do país. No entanto, muitos questionamentos surgem em torno dessa questão, como as causas e as consequências dessa medida.
O principal motivo para a abolição da escravidão no Brasil foi a(o):
“Incompatibilidade da escravidão com a moral cristã, caráter antieconômico e aviltamento do trabalho servil, desagregação da sociedade, insegurança do Estado, o paradoxo representado por “um sistema social tão contrário aos interesses de toda a ordem de um povo moderno” [...] Todos esses argumentos já estavam contidos no pensamento antiescravista da primeira metade do século XIX”.
QUEIROZ, Suely R. Reis de. A abolição da escravidão. São Paulo: Brasiliense,1999, p.53.
Sobre o pensamento antiescravista brasileiro do século XIX, assinale a alternativa incorreta.
Das figuras políticas, é interessante destacar como têm sido representados os dois imperadores do Brasil: D. Pedro I, sempre jovem, porque afinal morreu com 34 anos; seu filho D. Pedro II, sempre velho, apesar dos textos escolares darem destaque ao episódio da “Maioridade”, que tornou D. Pedro II chefe de Estado com apenas 15 anos. A ilustração do pai jovem e do filho velho tem causado certa perplexidade aos jovens leitores e falta a explicação do aparente paradoxo. (Circe Bittencourt. Livros didáticos entre textos e imagens. Em Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula. Adaptado)

A imagem de um D. Pedro II velho