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Mulher de 62 anos, branca, é avaliada em consulta de retorno para discussão sobre o potencial início de terapia com estatina. O histórico médico é notável por hipertensão arterial tratada e artrite reumatoide de longa data. Exames séricos recentes: hemograma completo: normal; painel metabólico básico: normal; hemoglobina glicada: 5,5%; colesterol total: 220 mg/dL; triglicerídeos: 117 mg/dL; HDL: 40 mg/dL; LDL: 146 mg/dL. Seu risco estimado em 10 anos para doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA) calculado é de 9%, utilizando as equações de coorte combinadas. A terapia com estatina é, então, recomendada após a discussão sobre riscos e benefícios. No entanto, a paciente demonstra hesitação em iniciar esse tratamento devido ao que leu sobre possíveis efeitos adversos das estatinas e questiona a força dessa recomendação. Nesse sentido, a conduta mais apropriada é
Homem de 42 anos procura avaliação por dispneia aos esforços e palpitações ocasionais. Relata que o pai faleceu subitamente aos 49 anos. Ao exame físico, apresenta sopro sistólico em borda esternal esquerda, que aumenta com a manobra de Valsalva e reduz com agachamento. PA 122/76 mmHg, FC 78 bpm.
ECG: sobrecarga ventricular esquerda e ondas Q profundas em derivações inferiores e laterais.
Ecocardiograma:

Hipertrofia septal assimétrica;
Espessura septal máxima: 23 mm;
Fração de ejeção do VE: 72%;
Movimento anterior sistólico da valva mitral;
Gradiente na via de saída do VE: 58 mmHg em repouso; Insuficiência mitral discreta;
Átrio esquerdo aumentado.

A medida terapêutica inicial mais apropriada para controle sintomático é:
Mulher de 32 anos procura avaliação por dispneia progressiva, cianose labial discreta e queda da tolerância ao esforço. Refere que, desde a adolescência, foi informada de que tinha “sopro no coração”, mas nunca realizou correção cirúrgica. Teve uma gestação interrompida por complicações maternas há 3 anos. Atualmente, apresenta saturação de O2 de 86% em ar ambiente, baqueteamento digital, hiperfonese de P2 e sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa.
Exames:

Hemoglobina: 19,2 g/dL;
Hematócrito: 58%;
BNP: 310 pg/mL;
ECG: sobrecarga ventricular direita.
Ecocardiograma: comunicação interventricular ampla, bidirecional, com predomínio direita-esquerda; VD dilatado e hipertrófico; PSAP estimada muito elevada; função sistólica do VE preservada.
Cateterismo direito: pressão arterial pulmonar média de 68 mmHg; resistência vascular pulmonar muito elevada; ausência de resposta vasodilatadora significativa; Qp/Qs < 1.

Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
Homem de 29 anos procura atendimento por dor torácica há 24 horas, pior ao decúbito dorsal e à inspiração profunda, com melhora ao sentar-se e inclinar o tronco para frente. Relata quadro gripal na semana anterior. Está hemodinamicamente estável.
Ao exame, bulhas rítmicas normofonéticas a 2t sem sopros e sem atrito.
ECG: supradesnivelamento difuso do segmento ST, com infradesnivelamento do PR em múltiplas derivações.
Troponina discretamente elevada.
Ecocardiograma: pequeno derrame pericárdico, sem sinais de tamponamento, com função ventricular preservada.

A hipótese mais provável é:
Homem de 52 anos, obeso, com roncos intensos e sonolência diurna, está em seguimento por hipertensão arterial há 8 meses. Usa losartana 100 mg/dia, anlodipina 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia, com boa adesão. Nega uso de anti-inflamatórios, descongestionantes nasais ou estimulantes.
Em consulta, apresenta PA de 164/96 mmHg, confirmada após repouso e técnica adequada. Traz medidas domiciliares frequentemente acima de 150/90 mmHg.
Exames:

Creatinina: 0,9 mg/dL;
Potássio: 3,0 mEq/L;
Sódio: 140 mEq/L;
Urina tipo I: sem proteinúria ou hematúria;
ECG: sinais de sobrecarga ventricular esquerda; IMC: 34 kg/m2 .

A próxima investigação mais apropriada, considerando o conjunto clínico-laboratorial, é: