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A atividade física está sendo cada vez mais indicada ao público feminino, tendo em vista que nas últimas décadas houve um aumento significativo da incidência de doenças cardiovasculares na mulher, em especial doença arterial coronariana (DAC). A faixa etária de aumento da mortalidade cardiovascular da mulher ocorre, em média, dez anos após a do homem e isso se explica, parcialmente, pelo papel de qual hormônio?
O acidente vascular cerebral (AVC) é definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma síndrome clínica que consiste em sinais clínicos de desenvolvimento rápido de distúrbios focais (ou globais em caso de coma) da função cerebral com duração superior a 24 horas ou levando à morte sem causa aparente além de origem vascular. Assim sendo, o acidente vascular cerebral é um distúrbio neurológico caracterizado pelo prejuízo da perfusão sanguínea para o tecido encefálico. O acidente vascular cerebral pode ocorrer em detrimento de causa isquêmica ou hemorrágica. Portanto, é possível destacar que a manutenção da função cerebral depende de um suprimento sanguíneo constante. Diante do exposto, são características do ataque isquêmico transitório, exceto:
Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?

Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.



De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?

Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.
De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?