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Paciente 62 anos, masculino,67 kg, recebendo medicação domiciliar para tratamento de hipertensão arterial sistêmica, apresentou hemiplegia em dimídio direito e afasia. Deu entrada em unidade de emergência 1 hora após início do quadro clínico. Fez tomografia computadorizada de crânio sem contraste 2 horas após início do quadro clínico que evidenciou lesão isquêmica cerebral. Qual a conduta terapêutica para esse caso?

Um homem, de trinta e oito anos de idade, sem antecedentes patológicos e queixas, procurou uma unidade de saúde para realizar exame periódico. No exame físico, constatou-se que o paciente estava eupneico e acianótico; bom estado geral; pressão arterial de 114 mmHg × 66 mm/Hg; frequência cardíaca de 68 bpm; e ritmo cardíaco regular em dois tempos sem sopros. O restante do exame físico foi normal. Os exames laboratoriais e o ecocardiograma não mostraram anormalidades. O eletrocardiograma (com calibração padrão), que foi realizado na chegada ao pronto atendimento, é mostrado na figura a seguir.


Nesse caso clínico, o médico deve

Uma mulher de 62 anos em tratamento de diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, com acompanhamento ambulatorial por presença de insuficiência renal não dialítica, após 3 dias de diarreia intensa é levada ao pronto-socorro por torpor na última hora. Deu entrada desacordada, sem pulso palpável, PA audível e o monitor mostrando:



Inicialmente, recebe ventilação adequada e reposição de volume com cristaloide.


A conduta imediata recomendada a seguir é

Trombose de veia porta pode ser assintomática e descoberta casualmente por imagem realizada por outros motivos. Está frequentemente associada a cirrose e outras condições clínicas, como as abaixo, EXCETO:
Em pacientes portadores de fibrilação atrial, é possível optar-se por intervir de forma a reverter para ritmo sinusal ou medicar com a intenção de controlar a frequência ventricular. Reverter a arritmia é a indicação preferencial em casos de