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Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.



De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?

Um homem de 56 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos e hipertenso controlado com monoterapia, comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ele é tabagista (20 maços/ano) e não apresenta sintomas cardiovasculares. O exame físico não demonstra sopros carotídeos ou alterações de pulsos periféricos.



De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Prevenção Cardiovascular e as orientações do Ministério da Saúde para a Estratificação do Risco Cardiovascular Global, qual a classificação de risco deste paciente e o respectivo alvo terapêutico para o colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c)?

Um homem de 78 anos, com história de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, sem antecedentes de febre reumática na infância, apresenta-se ao prontosocorro após um episódio de síncope enquanto subia lances de escada. Ele relata que, nos últimos 8 meses, tem sentido dispneia progressiva aos esforços e dor torácica do tipo aperto durante atividade física, com alívio ao repouso. Ao exame físico:
Pulso carotídeo - baixa amplitude e ascensão lenta (parvus et tardus);
Ausculta cardíaca - sopro sistólico ejetivo em crescendo-decrescendo, de maior intensidade no segundo espaço intercostal direito (foco aórtico), com irradiação para as artérias carótidas;
Segunda bulha cardíaca (B2) - componente aórtico (A2) inaudível;
Ictus cordis - sustentado e deslocado inferiormente (compatível com hipertrofia ventricular esquerda).
O ecocardiograma transtorácico revela válvula aórtica tricúspide com calcificação acentuada dos folhetos, abertura valvar restrita, área valvar aórtica de 0,7 cm² (estenose aórtica grave), gradiente transvalvar médio de 52 mmHg e hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.

Qual é a etiologia subjacente mais provável da estenose aórtica deste paciente?
Um homem de 60 anos com doença arterial coronariana, fibrilação atrial e edema pulmonar, tratado com digoxina e furosemida, evolui com fraqueza progressiva, tontura e dispneia. Exames revelam: Sódio: 142 miliequivalentes/litro, Potássio: 2,7 miliequivalentes/litro e Eletrocardiograma com Torsades de Pointes. Diante do exposto, analise as assertivas e a relação proposta entre elas e assinale a alternativa correta.

I. Os principais fatores que predispuseram o paciente ao desenvolvimento de Torsades de Pointes foram a hipocalemia grave (potássio sérico de 2,7 miliequivalentes/litro) induzida pela furosemida, o prolongamento do intervalo QT (mecanismo fundamental para torsades), e o uso concomitante de digoxina, que pode precipitar arritmias potencialmente fatais em contexto de distúrbios eletrolíticos graves.

PORQUE

II. Na acidose metabólica, o potássio sérico sempre reflete com precisão os estoques corporais totais de potássio, não havendo discrepância entre os valores séricos e o potássio corporal total.
Analise as assertivas e a relação proposta entre elas e assinale a alternativa correta.

I. Na abordagem inicial de um paciente com suspeita de Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST), a terapia de reperfusão (angioplastia ou trombolítico) deve ser instituída o mais rápido possível.

PORQUE

II. A oclusão arterial coronariana aguda resulta em isquemia e necrose progressiva do músculo cardíaco, de modo que a restauração precoce do fluxo sanguíneo (tempo é músculo) reduz o tamanho do infarto e a mortalidade.