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Homem, de 62 anos, com hipertensão arterial em uso apenas de enalapril, evoluiu com um infarto agudo do miocárdio da parede anterior
com supradesnivelamento do segmento ST, sendo tratado com trombólise com um delta T de quatro horas. Evoluiu com critérios de
reperfusão e em Killip II. Cerca de 6 horas após o término da trombólise, apresentou palpitação, com dor torácica e dispneia, mas sem
perda da consciência. O monitor registrou o traçado abaixo.
Neste momento, a conduta imediata mais adequada é:
Neste momento, a conduta imediata mais adequada é:
Menino de 4 anos chega ao pronto atendimento, levado pela
mãe, com história de febre há 5 dias. A mãe refere que, no
terceiro dia, surgiu vermelhidão nos olhos e rachaduras nos
lábios X e, posteriormente, manchas avermelhadas pelo tronco
do menino. Hoje, ele acordou com uma dor aguda no peito, que
piora ao deitar-se.
Apresenta-se em REG, com palidez, hiperemia conjuntival, fissura de mucosas, exantema polimorfo, adenomegalia cervical anterior de 2 cm e turgência jugular. AR: MVUA sem RA, FR 44 irpm; ACV: bulhas abafadas e presença de atrito pericárdico; FC= 132 bpm, hipotensa. ECG: elevação do segmento ST; Rx tórax: silhueta cardíaca em moringa.
A internação no CTI é solicitada por suspeita de se tratar de um provável Kawasaki que evoluiu com complicação cardiovascular.
A suspeita de tamponamento cardíaco é fortalecida pela presença dos seguintes sinais clínicos que compõem a tríade de Beck:
Apresenta-se em REG, com palidez, hiperemia conjuntival, fissura de mucosas, exantema polimorfo, adenomegalia cervical anterior de 2 cm e turgência jugular. AR: MVUA sem RA, FR 44 irpm; ACV: bulhas abafadas e presença de atrito pericárdico; FC= 132 bpm, hipotensa. ECG: elevação do segmento ST; Rx tórax: silhueta cardíaca em moringa.
A internação no CTI é solicitada por suspeita de se tratar de um provável Kawasaki que evoluiu com complicação cardiovascular.
A suspeita de tamponamento cardíaco é fortalecida pela presença dos seguintes sinais clínicos que compõem a tríade de Beck:
Homem de 67 anos, hipertenso, é admitido no pronto
atendimento com febre, tosse produtiva e dispneia há três dias.
Encontra-se confuso, com temperatura de 38,7 °C, frequência
cardíaca de 118 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, pressão
arterial de 82/48 mmHg e saturação periférica de oxigênio de
91% em ar ambiente. A radiografia de tórax evidencia
consolidação no lobo inferior direito. Exames laboratoriais
mostram leucócitos de 18.400/mm³, creatinina de 2,0 mg/dL,
sendo basal de 0,9 mg/dL, e lactato de 4,8 mmol/L.
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.
Nesse momento, a conduta mais apropriada é
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.
Nesse momento, a conduta mais apropriada é
Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de
pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas.
Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de
risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes
anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.
Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.
Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.
Um homem de 58 anos, internado em ventilação mecânica por
traumatismo cranioencefálico, foi submetido à traqueostomia há
12 dias. Após um pequeno sangramento autolimitado pela
cânula, evoluiu seis horas depois com hemorragia maciça pela
traqueostomia, associada à hipotensão arterial e taquicardia. A
equipe inicia reposição volêmica e aciona imediatamente o
cirurgião torácico.
A conduta imediata mais apropriada para controlar temporariamente a hemorragia é
A conduta imediata mais apropriada para controlar temporariamente a hemorragia é