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Quais são os estágios do choque circulatório? 
O uso de antiarrítmicos na parada cardiorrespiratória (PCR) por fibrilação ventricular (FV) ou taquicardia ventricular sem pulso (TVSP) refratárias ao choque foi avaliado no estudo ALPS. O resultado e a recomendação atual são:
A classificação da SCAI (Society for Cardiovascular Angiography and Interventions) para choque cardiogênico visa padronizar a gravidade e guiar o tratamento. Sobre os estágios SCAI para choque cardiogênico, assinale a alternativa correta. 
No choque hemorrágico pediátrico decorrente de trauma, a hipotensão arterial é um sinal tardio e ominoso. A classificação do choque baseia-se na perda volêmica estimada e nos sinais clínicos. Considere uma criança vítima de trauma abdominal fechado (lesão esplênica) que apresenta taquicardia acentuada, taquipneia, tempo de enchimento capilar > 4 segundos, pulsos periféricos finos e hipotensão sistólica para a idade, com alteração do nível de consciência (torpor). Considerando a situação descrita, assinale a alternativa correta.
A monitorização da perfusão tecidual e a avaliação da resposta à ressuscitação no choque circulatório vão além da normalização da pressão arterial. O lactato sérico é um biomarcador tradicional, mas a Saturação Venosa Central de Oxigênio (SvcO2), coletada através de um cateter venoso central na veia cava superior, oferece informações dinâmicas sobre o balanço entre oferta e consumo de oxigênio global. Em um paciente em choque séptico, a interpretação de uma SvcO2 baixa (< 70%) após a estabilização da pressão arterial média e da saturação arterial de oxigênio indica uma alteração hemodinâmica persistente. À luz da interpretação da saturação venosa central de oxigênio (SvcO?) no contexto do choque séptico, assinale a alternativa correta.