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Sobre a classificação de Stanford das dissecções agudas
de aorta, assinale a alternativa correta.
Paciente de 35 anos de idade, com acalasia tipo I com
diagnóstico no último ano, foi submetida a uma miotomia
de Heller laparoscópica há 5 anos, com excelente alívio
inicial da disfagia. Nos últimos 6 meses, no entanto,
desenvolveu disfagia recorrente e progressiva, associada
a regurgitação. A manometria esofágica de alta resolução
de controle revela persistência do relaxamento incompleto
do EEI (IRP > 15 mmHg) e evidência de cicatrização
da miotomia (reestenosamento funcional). A endoscopia
descarta tumor, mas mostra esofagite leve.
Qual é a conduta terapêutica mais apropriada para essa recorrência da acalasia pós-miotomia?
Qual é a conduta terapêutica mais apropriada para essa recorrência da acalasia pós-miotomia?
Um paciente de 75 anos, com histórico de gastrectomia
subtotal por adenocarcinoma gástrico há 5 anos, retorna
ao serviço apresentando dor abdominal difusa e ascite.
A tomografia computadorizada de abdome e pelve
revela sinais de carcinomatose peritoneal e múltiplas
lesões hepáticas, compatíveis com metástases. A análise
citológica da ascite confirma a presença de células
neoplásicas compatíveis com adenocarcinoma. O paciente
apresenta performance status ECOG 2.
Diante do quadro descrito, qual é a melhor conduta terapêutica neste estágio avançado da doença?
Diante do quadro descrito, qual é a melhor conduta terapêutica neste estágio avançado da doença?
Homem de 58 anos de idade, internado por 3 semanas
em UTI após sepse abdominal causada por perfuração
de diverticulite (lavagem laparoscópica e drenagem, sem
ressecção colônica). Reabordagem cirúrgica evidenciou
grande coleção purulenta e fibrina densa, sem perfuração
ativa ou necrose isquêmica. Já em uso de antibióticos de
amplo espectro, mantém quadro séptico persistente.
Em paciente grave com persistência de peritonite após controle cirúrgico inicial, qual conceito e abordagem terapêutica melhor descrevem esse cenário?
Em paciente grave com persistência de peritonite após controle cirúrgico inicial, qual conceito e abordagem terapêutica melhor descrevem esse cenário?
Um paciente de 62 anos de idade, com diagnóstico de
esôfago de Barrett de segmento longo e displasia de baixo
grau (LGD) há 3 anos, em uso crônico de IBP em dose
dupla (omeprazol 40 mg 2×/dia) devido à pirose refratária,
evolui com progressão para displasia de alto grau (HGD)
em endoscopia de vigilância com mapeamento sistemático.
A pHmetria de 24h, realizada em uso de IBP, demonstra
índice de DeMeester de 22,5, confirmando refluxo ácido
patológico persistente. Ele tem IMC 33 kg/m², mas sem
outras comorbidades significativas.
Nesse caso, com um paciente com HGD refratário ao controle ácido, qual a conduta mais apropriada, integrando fisiologia do refluxo, diagnóstico anatômico e terapêutica endoscópica ou cirúrgica?
Nesse caso, com um paciente com HGD refratário ao controle ácido, qual a conduta mais apropriada, integrando fisiologia do refluxo, diagnóstico anatômico e terapêutica endoscópica ou cirúrgica?