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Mulher de 67 anos comparece ao ambulatório de clínica médica para avaliação de urocultura solicitada em checkup anual. Refere-se assintomática, sem queixas urinárias, febre ou dor lombar. Nega antecedentes de infecção urinária nos últimos meses, assim como cirurgias urológicas. Seu histórico médico inclui hipertensão arterial, diabetes mellitus e menopausa há mais de 15 anos. Ao exame físico, apresenta-se afebril, hemodinamicamente estável e sem dor à palpação abdominal ou lombar. A urocultura revelou crescimento de Escherichia coli, com 120.000 UFC/mL.
Com base no caso clínico apresentado, assinale a conduta mais adequada de manejo da condição apresentada pela paciente:
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Paciente do sexo masculino,67 anos, comparece ao serviço de emergência com quadro de febre não mensurada, tosse produtiva com expectoração amarelada, dispneia progressiva e dor torácica pleurítica há três dias. Ao exame físico, apresenta confusão mental, frequência respiratória de 32 irpm, PA de 88x58 mmHg, e ausculta pulmonar com estertores crepitantes difusos no hemitórax direito. A oximetria de pulso revelou SpO₂ de 89% em ar ambiente. Os familiares referem que ele reside sozinho, possui histórico de hipertensão arterial sistêmica e não tem acompanhamento médico regular. Foi realizada radiografia de tórax que mostrou consolidação em lobo inferior direito.
Com base no caso clínico apresentado, analise as alternativas a seguir e identifique a justificativa mais adequada para a conduta inicial a ser adotada:
Aponte qual dos seguintes indicadores de saúde é mais diretamente utilizado para avaliar a eficácia das intervenções públicas na redução de morbidade em uma comunidade:
Joana,36 anos, procura atendimento na UBS com o MFC, relatando nos últimos 8 meses vem apresentando episódios de dor no peito tipo pontada, coração acelerado e falta de ar. Diz que passou por consulta com Cardiologista, realizou exames do coração e ele disse que ela não tinha nada. Há 2 dias buscou atendimento na UPA com uma dor no peito tão forte, que achou que estava morrendo. O médico do pronto atendimento a examinou e também disse que ela não tinha nada.
Ela se encontra angustiada pois continua sentindo a dor e quando lembra que precisa trabalhar para sustentar a família, pois está separada há 1 ano, a dor sempre piora.

Em relação ao caso acima descrito, qual seria a conduta adequada?
Marlene,58 anos, comparece à unidade de saúde com queixa de visão turva, cansaço e episódios frequentes de infecções geniturinárias nos últimos três meses. Tem histórico familiar de diabetes mellitus tipo 2, é sedentária, tem IMC de 31,2 kg/m² e pressão arterial controlada com uso de losartana. Refere alimentação desregulada, com consumo frequente de carboidratos simples. Os exames solicitados mostraram glicemia de jejum de 132 mg/dL, hemoglobina glicada (HbA1c) de 6,8% e glicemia de 1 hora no teste oral de tolerância à glicose (TTGO) de 211 mg/dL. Nega perda de peso recente. Os níveis de peptídeo C estavam elevados.
Com base no caso clínico apresentado, selecione a afirmativa que melhor explica o distúrbio metabólico identificado, considerando os dados clínicos e laboratoriais: