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Um paciente tabagista há 30 anos procura a UBS com queixa de tosse crônica produtiva e dispneia aos esforços. A espirometria revela VEF1/CVF < 0,70 pós-broncodilatador. Qual a conduta inicial prioritária para esse paciente?
Joana,55 anos, comparece à UBS para check-up. Ela já apresentou valores de pressão arterial (PA) de 144 × 92 mmHg e 146 × 94 mmHg em duas visitas consecutivas, sem uso de medicamentos. Não há sinais de urgência hipertensiva nem histórico de doença cardiovascular prévia. Segundo as diretrizes vigentes, como deve ser confirmada a suspeita de hipertensão arterial sistêmica?
Mulher de 36 anos com obesidade apresenta três a quatro episódios ao mês de dor de cabeça intensa e debilitante nos últimos dois anos. A cefaleia dura de um a dois dias. O episódio álgico costuma ocorrer na têmpora direita, na região frontal direita e atrás do olho direito, embora às vezes, ela se localize em região bifrontal. Frequentemente, há rinorreia e congestão associadas às dores de cabeça. Ela nega qualquer aura ou características neurológicas. A dor é geralmente profunda, mas latejante quando intensa. Algumas vezes, relata presença de náuseas, mas sem vômitos e diz que precisa usar óculos escuros e ir para uma sala silenciosa porque “não consegue funcionar”.

Em relação à competência baseada em sinais e sintomas, na paciente descrita, o diagnóstico mais provável é:
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Paciente de 72 anos com DPOC grau IV (pela Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica/GOLD) é atendido em consulta de rotina. O paciente tem se mantido estável nos últimos meses e faz uso regular de bronco-dilatadores inalatórios (antagonista muscarínico de longa duração e β-agonista de longa duração). Ele é ex­ -tabagista e parou de fumar há mais de 2 anos. Seu IMC é de 18,5 kg/m2 . No interrogatório de órgão e sistemas, o paciente relata dores de cabeça matinais e dificuldade de concentração. A gasometria arterial em ar ambiente mostra: pH 7,32; PO2 : 62 mmHg; PCO2 : 57 mmHg; bicarbonato: 30 mEq/L.

O próximo passo recomendado de escolha é indicar
Homem de 74 anos apresenta quadro de 2 dias com diarreia aquosa, evoluindo com lesões cutâneas cheias de líquido há 1 dia. O histórico é positivo para doença hepática crônica de etiologia idiopática. Ele refere ter retornado recentemente de uma viagem ao litoral, onde fez pescarias, mas nega ter entrado no mar, além de ter se hospedado em um resort com piscinas. Ao exame físico: desidratado 2+/4; temperatura: 38,3 °C; pressão arterial: 88 x 52 mmHg; frequência cardíaca: 115 bpm. A hemocultura tem crescimento de: bastonetes gram-negativos curvos observados à microscopia.

A etiologia infecciosa mais provável é: