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Mulher, 28 anos, previamente hígida, e sem histórico familiar relevante, apresenta dispneia há 2 horas acompanhada de dor torácica leve. Nega tosse ou febre. Exame físico: bom estado geral, orientada no tempo e no espaço, corada, afebril, acianótica e anictérica; ausculta respiratória com roncos esparsos, FR = 30 ipm, SpO2 = 92%; ausculta cardíaca com ritmo regular em 2 tempos, sem sopros, FC = 116 bpm, PA = 100/60 mmHg; membros inferiores sem edemas.
Com base na probabilidade clínica pré-teste, a investigação diagnóstica mais adequada neste momento é realizada com
Mulher, 80 anos, refere episódios intermitentes de hematoquezia há 5 dias. Exame físico: estável hemodinamicamente; PA = 130x75 mmHg; hipocorada (3+/4); sopro sistólico audível em 2º espaço intercostal direito (4+/6), com irradiação para as carótidas e desdobramento paradoxal de B2.
É possível afirmar que a causa mais provável do sangramento digestivo é:
São causas de ascite com gradiente de albumina soro ascite (GASA) < 1,1g/dL:
Homem, 71 anos, portador de cirrose hepática Child B por esteato-hepatite não alcoólica, apresenta desorientação e sonolência há 24 horas. Faz uso de furosemida, espironolactona, propranolol e lactulose. Exame físico: escala de coma de Glasgow = 11 (abertura ocular = 3; melhor resposta verbal = 3; melhor resposta motora = 5); presença de flapping; exame abdominal com ascite não tensa e toque retal com melena. Exames laboratoriais evidenciam Hb = 8,9 g/dL e eletrólitos sem alterações. Realizada paracentese diagnóstica com achado de 230 leucócitos por mm3, sendo 70% de neutrófilos.
Considerando a apresentação clínica, assinale a alternativa que apresenta o fator desencadeante mais provável.
Mulher, 27 anos, asmática desde a infância, procura o pronto-socorro com dispneia e tosse seca há dois dias. Exame clínico: PA 120x70 mmHg, FC = 101 bpm, FR = 24 ipm, SpO2 = 91%, consciente e orientada; apresenta sibilos difusos na ausculta pulmonar; ausculta cardíaca normal, com boa perfusão periférica. Após três ciclos de salbutamol e ipratrópio e uma dose de hidrocortisona parenteral, a paciente apresenta melhora parcial dos sintomas, com FR = 22 ipm, SpO2 = 93% e ausculta com menos sibilos. Realizado Peak flow cujo resultado foi de 150 L/min. A radiografia de tórax é normal, sem condensações.
A próxima conduta mais adequada é: