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A síndrome hiperglicêmica hiperosmótica não cetótica (SHHNC) é uma complicação aguda do diabetes mellitus, de evolução lenta, mais comum em pessoas idosas com diabetes tipo 2.


Sobre essa condição, assinale a alternativa correta.

Paciente feminina, 64 anos, com diagnóstico de artrite reumatoide soropositiva há 30 anos. Submeteu-se a diferentes tratamentos e evoluiu com deformidades articulares. Pela persistência dos sintomas, iniciou imunobiológico anti-TNF alfa, adalimumabe 40 mg a cada 2 semanas, metotrexato 10 mg a cada semana e prednisolona 7,5 mg diariamente; com resposta favorável e apresentando atividade baixa da doença. Apresentou escape, artrite aguda em joelho esquerdo, calafrios e temperatura axilar de 36,8 ºC.
Qual deve ser a conduta frente ao caso? 
Paciente do sexo feminino, 74 anos, é trazida ao pronto- -socorro devido a fraqueza em dimídio direito e dificuldade de fala há 5 horas. Tem antecedente de HAS e dislipidemia. Faz uso de losartana e sinvastatina. Ao exame, apresenta PA 170/95 mmHg, hemiparesia e hipoestesia à direta e afasia global. A pontuação na escala do NIH é de 18. A tomografia de crânio mostra hiperatenuação na topografia da artéria cerebral média esquerda (ACME), sem sinais precoces de isquemia no parênquima cerebral, e a angiotomografia mostra falha de enchimento no seguimento M1 da ACME. A glicemia é normal. O eletrocardiograma mostra ritmo de fibrilação atrial.
Qual deve ser a conduta nesse momento?
Paciente do sexo masculino, 18 anos, com epilepsia desde os 13 anos. Tem crises mioclônicas e generalizadas tônico-clônicas. O eletroencefalograma mostra atividade epileptiforme generalizada caracterizada por poliespículas seguidas de ondas lentas. O fármaco mais adequado para o tratamento desse paciente é:
A melhor conduta baseada em evidência para o tratamento de lombalgia inespecífica crônica envolve, necessariamente,