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Homem de 33 anos é internado com histórico de febre e dispneia há uma semana. O antecedente é relevante para uso de drogas injetáveis. Ao exame físico, apresenta: temperatura: 39,9 o C; frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 102 x 60 mmHg; ele parece algo dispneico e diaforético; a pressão venosa jugular é de 10 cmH2 O; ausculta pulmonar com estertores bibasais; tórax com precórdio hiperdinâmico, galope por terceira bulha e sopro sistólico suave em foco mitral 2+/4; extremidades quentes, sem edema. Ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 75%; vegetação de 1 cm na valva tricúspide com regurgitação moderada a grave; espessamento da valva mitral com regurgitação grave. A radiografia de tórax mostra edema pulmonar. Hemoculturas seriadas são enviadas, e vancomicina intravenosa é iniciada.
Quanto ao manejo desse paciente, em seguida, é correto 
Homem de 34 anos com diabetes mellitus é atendido com relato de dor de cabeça, epistaxe e diminuição da visão. Três dias antes da consulta, ele foi atendido na unidade de pronto-atendimento e iniciou o tratamento para sinusite bacteriana com amoxicilina/clavulanato oral. Apesar de tomar os antibióticos, sua dor de cabeça piorou. Ao exame físico, nota-se proptose bilateral e escara palatina na orofaringe. Os exames laboratoriais mostram um nível de glicose no sangue de 450 mg/dL, hiato aniônico sérico de 25 mEq/L e bicarbonato arterial de 14 mEq/L. A contagem plasmática de leucócitos é de 16.109/mm3 .

Além do desbridamento cirúrgico, qual é o tratamento correto de escolha?
Mulher de 32 anos, sem histórico médico significativo, é atendida com quadro de três dias de dor torácica pleurítica. Refere dispneia associada. Ao exame físico, apresenta: frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 115 x 78 mmHg; saturação de oxigênio de 98%; não consegue deitar-se devido à falta de ar; nota-se distensão de veias jugulares quando sentada na posição vertical; ausculta cardíaca e pulmonar: sem alterações; extremidades sem edema. Eletrocardiograma: elevações difusas de 1 mm no segmento ST com depressões no segmento PR. Ecocardiograma: derrame pericárdico de tamanho moderado com colapso diastólico do ventrículo direito. Ela é levada para um cateterismo cardíaco direito, e a pericardiocentese é realizada (drenados 350 mL de líquido serossanguinolento).
Após a pericardiocentese, nessa paciente, qual achado é consistente com pericardite constritiva efusiva?
Mulher de 58 anos procura assistência médica com quadro de dor no flanco direito. Relata que a dor começou há aproximadamente uma hora, quando se abaixou para pegar algo no chão, e que é constante e intensa. Ela nega disúria ou hematúria. O histórico é notável para hipertensão, artrite reumatoide, câncer de ovário metastático e trombose venosa profunda bilateral com recente colocação de filtro na veia cava inferior Seus sinais vitais são: pressão arterial: 108 x 62 mmHg; frequência cardíaca: 121 bpm; frequência respiratória: 20 ipm; oximetria de pulso: saturação de 99%; temperatura: 37,4 o C.
É realizada uma tomografia do abdome, mostrada a seguir

Imagem associada para resolução da questão


Nesse momento, o manuseio correto consiste em
Mulher de 67 anos apresenta dor torácica intensa há duas horas. A angiografia coronária revela doença multiarterial com oclusão da artéria coronária circunflexa esquerda, tratada com sucesso com um stent farmacológico. Quatro horas após o procedimento, ela desenvolve falta de ar aguda e necessita de intubação e ventilação mecânica. Após isso, o exame físico mostra: frequência cardíaca: 110 bpm; frequência respiratória: 14 ipm; pressão arterial: 100 x 65 mmHg; as bulhas cardíacas são hipofonéticas e não há sopros audíveis; pulmonar: sons respiratórios ásperos em todo o campo pulmonar direito. Eletrocardiograma: sinusal; ondas Q laterais e ondas T invertidas nas derivações inferiores. O cateter na artéria pulmonar é colocado e mostra (pressões, em mmHg): pressão atrial direita (pressão venosa central): 13; pressão ventricular direita: 53 x 10; pressão da artéria pulmonar: 55 x 35; pressão capilar pulmonar: 40 (difícil de “encunhar”); onda V gigante; índice cardíaco: 1,85 L/min/m2 ; débito cardíaco: 3,9 L/min; saturação da artéria pulmonar 45%.
A principal hipótese diagnóstica é