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Homem de 59 anos, com cirrose idiopática e ascite, intolerante a diuréticos, procura o pronto-socorro com dor abdominal. Ao exame físico, apresenta-se consciente e orientado; temperatura: 38,1 º C; frequência cardíaca: 105 bpm; pressão arterial: 90 x 59 mmHg; oximetria de pulso normal; cardiopulmonar: normal; há ascite tensa e dor abdominal difusa. Uma paracentese diagnóstica é feita, e ceftriaxona intravenosa é iniciada. Investigações: contagem de células no líquido ascítico: 5.530 células/mm3 (85% de neutrófilos); cultura do líquido ascítico em 24 horas: Clostridium perfringens; Bacteroides vulgatus; Enterococcus faecalis.
Nesse momento, a conduta correta consiste em 
Mulher de 32 anos (G2P1A0), com 8 semanas de gestação, é atendida em consulta de rotina. Ela tem doença de Graves diagnosticada antes da gravidez e está em uso de propiltiouracil (100 mg, duas vezes ao dia) e de uma vitamina pré-natal diariamente. Relata que se sente cansada, mas não tem outras preocupações. Não há orbitopatia ou dermopatia de Graves. Sua mãe tem artrite reumatoide e toma metotrexato. Ao exame físico, apresenta: pressão arterial: 120 x 60 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; a glândula tireoide pesa cerca 40 g, sem modularidade; não há tremor de extremidades. Exames séricos: TSH: 4,2 mUI/L (normal: 0,5 a 5,0); T3, T4 total e T4 livre são normais.
Nesse momento, constitui a melhor conduta:
Homem de 20 anos é encaminhado com resultados anormais em exames hepáticos. Ele se sentia bem até duas semanas atrás, quando começou a sentir fadiga e dor de garganta. Os sintomas continuaram, e ele desenvolveu icterícia. O paciente não tem histórico de doença hepática. Ele faz uso de três a quatro doses de bebidas alcoólicas por semana. Os medicamentos em uso incluem minociclina há dois meses para acne. Não há viagem recente. Ao exame físico, apresenta aparência relativamente boa, sem desconforto; temperatura: 38,2 o C; icterícia escleral leve; linfonodos cervicais aumentados e fibroelásticos; discreta esplenomegalia. Exames séricos: hemoglobina: 14 g/dL; leucócitos: 3.310/mm3 (neutrófilos: 20%; linfócitos: 60%; monócitos: 20%); plaquetas: 103.000/mm3 ; fosfatase alcalina: 100 U/L; aspartato aminotransferase: 202 U/L; alanina aminotransferase: 217 U/L; bilirrubina total: 3,4 mg/dL (direta: 2,1 mg/dL); anticorpo antinuclear e antimúsculo liso: negativos; hepatites A, B e C: não reagentes. A cultura de orofaringe é negativa.

A principal hipótese diagnóstica da hepatite aguda é
Homem de 60 anos apresenta quadro de dezoito meses de diarreia não sanguinolenta com piora progressiva, consistindo de várias evacuações por dia de volume variável. Refere perda de peso de 16 kg desde o início da diarreia e episódios pouco frequentes de incontinência fecal de urgência. O histórico é relevante para fibrilação atrial com início aos 40 anos e cirurgia bilateral para síndrome do túnel do carpo. Ao exame físico, nota-se que ele é um paciente magro, com abdome normal; a inspeção anorretal mostra sensibilidade perianal intacta e tônus adequado do esfíncter anal em repouso e à contração. O painel de patógenos fecais é negativo. O resultado da coleta quantitativa de fezes em 72 horas é de 55 g de gordura fecal/24 horas.
Dado o histórico do paciente e a presença de diarreia gordurosa crônica, constitui a indicação correta para a investigação da diarreia desse paciente:
Considere as cinco variáveis a seguir: perda de peso inexplicável, baixa força de preensão, lentidão na caminhada, fadiga autorreferida e baixa atividade física.
Qual ferramenta define fragilidade como a presença de três das cinco variáveis citadas?