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Mulher de 19 anos é levada ao pronto-socorro com rebaixamento agudo do nível de consciência. A glicemia capilar é de 38 mg/dL, sendo revertida com glicose a 50% intravenosa. A paciente tem diabetes mellitus tipo 1 há dez anos (em uso de bomba de infusão de insulina), hipotireoidismo e ansiedade, em uso de levotiroxina (100 mcg/dia) e contraceptivo oral combinado de estrogênio e progestina. Ela pratica atividades físicas regulares, mas vem referindo fadiga crescente. Relata que perdeu 3 kg nos últimos seis meses e que esse é o terceiro episódio de hipoglicemia no último mês. Ao exame físico, apresenta: pressão arterial: 94 x 61 mmHg; frequência cardíaca: 68 bpm; altura: 162,6 cm; peso: 49,9 kg; não há proptose, quemose ou retardo palpebral (lid lag); sua pele é bronzeada, sem pletora, estrias, erupções cutâneas ou hematomas; a glândula tireoide é pequena, sem nódulos palpáveis; não há linfadenopatia ou tremor de extremidades; demais achados são normais. Exames séricos: hemograma completo e painel metabólico: normais; hemoglobina A1c: 7,1%; TSH: 3,1 mUI/L (normal: 0,5 a 5,0); cortisol sérico (8h): 10 ?g/dL (normal: 5 a 25 ?g/dL).
Em relação ao manuseio dessa paciente, em seguida, deve-se
Mulher de 73 anos é avaliada com quadro de fadiga e tonturas há cerca de dois meses. Relata que, há dois dias, teve um episódio de síncope enquanto assistia à televisão sentada no sofá. O histórico é relevante para hipertensão, dislipidemia e doença arterial coronariana, com um stent prévio na artéria coronária direita. Os seus medicamentos em uso incluem: aspirina em baixa dose; atorvastatina (40 mg/dia) e lisinopril (10 mg/dia). Ao exame físico, apresenta: frequência cardíaca: 60 bpm; pressão arterial: 126 x 80 mmHg, sem alterações ortostáticas; não há nistagmo, e a manobra de Epley é negativa; o restante do exame não é digno de nota.
O ECG realizado é mostrado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão



Em relação ao manuseio dessa paciente, em seguida, deve-se solicitar
Homem de 67 anos apresenta tosse e dispneia há dois meses. O exame revela expansão torácica deficiente à direita, com sons respiratórios bastante diminuídos. A radiografia de tórax demonstra opacificação completa do hemitórax direito, com a traqueia deslocada para a direita. A ultrassonografia torácica demonstra um pequeno derrame pleural direito, que é puncionado, com os seguintes achados no líquido pleural: proteínas: 3,9 mg/dL (sérica: 7,9 mg/dL); desidrogenase lática: 200 U/L (sérica: 275 U/L); pH: 7,48; as culturas e a citologia não revelam nada.
Em relação ao manuseio desse paciente, em seguida, deve-se
Mulher de 47 anos, com histórico de hipertensão e câncer cervical metastático diagnosticado há quatro meses, é avaliada por piora da função renal. Seus medicamentos atuais incluem: ramipril; doxazosina; e pembrolizumabe a cada três semanas, com próxima dose prevista para uma semana. Ao exame físico, apresenta: frequência cardíaca: 72 bpm; pressão arterial: 138 x 80 mmHg. Exames séricos: ureia: 114 mg/dL; creatinina: 3,9 mg/dL (há um mês, era de 1,3 mg/dL); sódio: 138 mEq/L; potássio: 4,6 mEq/L.
A análise de urina não mostrou sangue nem proteína. Em relação ao manuseio dessa paciente, em seguida, deve-se
Mulher de 69 anos é internada após um infarto do miocárdio de parede anterior. O histórico é notável por hipertensão, hiperlipidemia e tabagismo. À angiografia coronária, há trombose aguda da artéria descendente anterior esquerda, tratada com sucesso com um stent farmacológico. Os medicamentos atuais são: aspirina infantil; clopidogrel (75 mg/dia); atorvastatina (80 mg/dia); metoprolol (50 mg/dia). Exame físico de agora: frequência cardíaca: 58 bpm; pressão arterial: 122 x 68 mmHg; saturação de oxigênio: 97% em ar ambiente; a pressão venosa jugular não está elevada, e os pulmões estão limpos à ausculta; não há edema de membros inferiores. Os exames laboratoriais são notáveis por eletrólitos e função renal normais. Ecocardiograma: função sistólica de ventrículo esquerdo (VE) levemente reduzida, com fração de ejeção de VE de 40%; há anormalidades regionais de movimento da parede no anteroseptal, anterior e ápice; não há doença valvar.
Em relação à continuidade do tratamento dessa paciente, em seguida, deve-se iniciar