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Mulher de 64 anos é levada ao pronto-socorro após episódio de síncope. Ela refere quadro de dispneia há seis meses, fadiga ao esforço e alguns episódios de tontura repentina recentemente. O histórico inclui hipertensão e diabetes mellitus bem controlados com aspirina, anlodipino, hidroclorotiazida, metformina, gliclazida, rosuvastatina e ezetimiba. Ao exame físico, apresenta: frequência cardíaca (FC): 66 bpm; pressão arterial (PA): 127 x 82 mmHg; IMC: 34 kg/m2 . O teste de esforço cardiopulmonar é realizado: conseguiu completar 5 minutos do protocolo de Bruce com uma FC basal de 64 bpm e uma FC máxima de 94 bpm; atingiu seu limiar anaeróbico; o teste foi interrompido devido à fadiga da paciente; ela nega quaisquer sintomas de angina no exame, e não houve alterações isquêmicas no eletrocardiograma.
Provavelmente, a seguinte condição é a responsável pelos sintomas:
Homem de 50 anos está em hemodiálise (Kt/V: 1,2) há dois anos. O histórico é positivo para cardiopatia isquêmica, hipertensão e diabetes mellitus tipo 2. Ele está em uso de acetato de cálcio, rosuvastatina, olmesartana, bisoprolol, aspirina e insulina. Exames séricos: cálcio ajustado: 10,1 mg/dL (normal: 8,8 a 10,5); fósforo: 7,8 mg/dL (normal: 2,5 a 4,5); hormônio da paratireoide: 26,5 pmol/L (normal: 0,9 a 5,4); bicarbonato sérico: 22,6 mEq/L (normal: 22 a 26).
A próxima medida médica correta consiste em 
Mulher de 68 anos, com histórico de osteoartrite, hipertensão e edema crônico nas extremidades inferiores, apresenta dor torácica persistente há dois dias. Os medicamentos em uso são: furosemida (40 mg/dia); glicosamina/condroitina; celecoxibe (200 mg/dia). Ao exame físico, apresenta: frequência cardíaca: 90 bpm; pressão arterial: 170 x 105 mmHg; saturação de oxigênio: 98%; temperatura: 37 o C; ausculta cardiopulmonar: normal; extremidades: edema bilateral simétrico de tornozelo 1+/4; pulsos normais. Hemograma, coagulograma, eletrólitos e função renal são normais.
O ECG realizado é mostrado a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Considerando a principal hipótese diagnóstica, o correto tratamento inicial de escolha é 
Mulher de 70 anos comparece a uma consulta com queixas de fadiga, distensão abdominal e edema nas extremidades inferiores. O histórico é positivo para fibrilação atrial paroxística e síndrome do nódulo sinusal, o que causa a necessidade de um marcapasso de dupla câmera. Ao exame físico, nota-se distensão venosa jugular 2+/4; cardíaco: bulhas normofonéticas, ausência de sopro; distensão abdominal com borda hepática palpável; edema simétrico em extremidades inferiores 2+/4. O ecocardiograma transtorácico revela: regurgitação tricúspide excêntrica grave com reversão do fluxo holossistólico em veias hepáticas; válvulas tricúspides: sem espessamento ou deslocamento apical, com válvulas anterior e posterior de movimento normal e presença de movimentação restrita da válvula septal; diâmetro diastólico basal de ventrículo direito: 45 mm. O cateterismo cardíaco é realizado e mostra (pressões, em mmHg): pressão atrial direita: 12 (ondas V: 35); pressão ventricular direita: 35 x 15; pressão arterial pulmonar: 35 x 12; pressão capilar pulmonar: 12.
Qual é a etiologia mais provável da regurgitação tricúspide?
Mulher de 42 anos com asma persistente tem sido tratada com prednisona oral em alta dose há mais de um ano devido às dificuldades em controlar a doença. Ela apresenta fraqueza proximal, e nota-se que tem uma aparência cushingoide.
Em relação à complicação da terapêutica da doença de base ocasionada nessa paciente, é correto afirmar que