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Homem de 75 anos é atendido com relato de dois episódios de melena e um episódio de síncope nas últimas 12 horas. O histórico é positivo para fibrilação atrial e hipertensão em uso de losartana, anlodipino, atenolol e apixabana. Não há dor torácica, dispneia ou vômitos. Ao exame físico: palidez cutaneomucosa 3+/+4; sudorese fria; sonolento; afebril; anictérico; pressão arterial: 88 x 50 mmHg; frequência cardíaca: 115 bpm; saturação de oxigênio: 96% em ar ambiente. Exames séricos: hemoglobina: 7,2 g/dL (era 12,5 g/dL há 2 meses); plaquetas de 180.000/mm3 ; razão normatizada internacional: 1,8; ureia: 115 mg/dL; creatinina: 1,6 mg/dL; sódio: 140 mEq/L; potássio de 4,2 mEq/L.
A partir do caso clínico apresentado, além de estabilização clínica e hemodinâmica, a conduta correta é administrar
Homem de 50 anos é levado ao departamento de emergência com alteração do estado de consciência. Ele foi encontrado na rua em estado de embriaguez. O histórico é relevante para alcoolismo de longa data, sem outros antecedentes significativos. Ao exame físico: escala de Glasgow: 12; frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 110 x 60 mmHg; há hiperreflexia e os sinais de Trousseau e Chvostek são positivos. Exames séricos: ureia: 12 mg/dL; creatinina: 0,3 mg/dL; sódio: 131 mEq/L; potássio: 2,9 mEq/L; albumina: 2,7 g/dL; cálcio sérico ajustado: 7,0 mg/dL (normal: 8,8 a 10,4); magnésio: 0,49 mg/dL (normal: 1,8 a 2,5); hormônio da paratireoide: 17,4 pmol/L (normal: 0,9 a 5,4).
Segundo essas informações, a hipótese diagnóstica para sua hipocalcemia é
Homem de 53 anos está internado há quatro dias, desde quando foi encontrado caído no chão de seu apartamento após quadro de intoxicação exógena. O paciente tem histórico de consumo excessivo de álcool. Ele não usa medicamentos. Os resultados do exame inicial revelaram uma laceração na língua, o que levou à suspeita de que ele poderia ter tido uma convulsão, além de obesidade, com fígado e baço normais. Exames séricos à admissão: aspartato aminotransferase (AST): 4.120 U/L; alanina aminotransferase (ALT): 698 U/L; fosfatase alcalina e bilirrubina: normais. Os resultados de hoje mostram: AST: ?1.024 U/L; ALT: 334 U/L.
Com esses dados, o diagnóstico mais provável é de
Mulher de 82 anos é levada à consulta por sua filha, que relata duas quedas no último mês, apatia e perda de interesse em atividades sociais. A paciente mora sozinha e sempre foi independente. Na avaliação, observam-se os seguintes dados: funcionalidade: independente para Atividades Básicas da Vida Diária (ABVD), mas com nova dificuldade para gerenciar suas finanças e usar o transporte público; mobilidade: teste Timed Up and Go (TUG) completado em 16 segundos; humor: 8 pontos na Escala de Depressão Geriátrica (GDS-15); cognição: pontuação de 25/30 no Mini Exame do Estado Mental (MEEM), com 4 anos de escolaridade. Medicação em uso: losartana, anlodipino, metformina e zolpidem (há 6 meses, para insônia).
Com base nos resultados da Avaliação Geriátrica Ampla, a intervenção prioritária para reduzir o risco de novas quedas e melhorar o estado geral da paciente é
 Homem de 58 anos é atendido para consulta de retorno após angioplastia recente e colocação de stent. Ele foi submetido à cirurgia de revascularização do miocárdio, aos 52 anos, após um infarto do miocárdio com elevação do segmento ST. Refere que vem apresentando angina de esforço há um ano, e a angiografia mostra estenose recorrente do enxerto. Ele não tem diabetes mellitus tipo 2 e parou de fumar após o evento cardíaco. O histórico familiar é relevante para infarto do miocárdio (pai teve aos 55 anos). Seus medicamentos atuais são: atorvastatina (80 mg/dia); ezetimiba (10 mg/dia); evolocumabe (140 mg/a cada duas semanas); metoprolol (100 mg/dia); aspirina (100 mg/dia); e clopidogrel (75 mg/dia). Ele evita alimentos ricos em gordura e limita a ingestão de açúcar, mas tem atividade física limitada devido à angina. IMC: 22 kg/m2 . Nota-se um arco corneano leve, mas sem xantomas tendinosos. Perfil lipídico atual em jejum: colesterol total: 122 mg/dL; HDL: 38 mg/dL; LDL: 66 mg/dL; triglicerídeos: 90 mg/dL.
Antes de recomendar quaisquer alterações no tratamento para uma maior redução do risco cardiovascular, a investigação complementar que, prioritariamente, deve ser solicitada é