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Mulher de 21 anos, grávida de 29 semanas, procura atendimento para tratamento de hipoparatireoidismo. O histórico é relevante para câncer papilar da tireoide diagnosticado há 7 anos e tratado com cirurgia e iodo radioativo. Ela tem um longo histórico de parestesias frequentes e cãibras musculares, mas esses sintomas diminuíram nas últimas semanas. Seus medicamentos atuais são: levotiroxina (150 mcg/dia); calcitriol (0,5 mcg/duas vezes ao dia); e carbonato de cálcio (1.000 mg de cálcio elementar/duas vezes ao dia). Exames séricos: albumina: 3,2 g/dL; cálcio total: 9,5 mg/dL; creatinina: 0,78 mg/dL; TSH: 0,38 mUI/L (normal: 0,5 a 5,0); hormônio da paratireoide intacto (PTH): indetectável; 25-hidroxivitamina D: 33 ng/mL (normal: 30 a 80); fósforo: 4,7 mg/dL (normal: 2,3 a 4,6); magnésio: 1,8 mg/dL (normal: 1,5 a 2,3). Análise urinária: relação cálcio/creatinina: 0,47 mg/mg (normal: < 0,22).
Considerando o caso clínico exposto, é correto afirmar que a conduta adequada é
Paciente de 55 anos com doença pulmonar obstrutiva grave é internado por exacerbação da condição. Refere que é seu primeiro episódio de exacerbação. Ele é tratado com broncodilatadores, antibióticos e corticosteroides sistêmicos e, durante sua internação, recebe oxigênio suplementar por meio de uma cânula nasal. A condição melhorou significativamente após 7 dias. À admissão, a gasometria arterial em ar ambiente mostra: pH 7,40; PCO2 : 37 mmHg; PO2 : 45 mmHg; bicarbonato: 24 mEq/L. Os valores arteriais à alta são: pH: 7,41; PCO2 : 41 mmHg; PO2 : 52 mmHg; bicarbonato: 26 mEq/L.
O tratamento ambulatorial otimizado padrão é prescrito, sendo indicada como conduta adicional
 Mulher de 67 anos é avaliada em consulta de retorno para leucemia linfocítica crônica. A condição foi descoberta incidentalmente após um hemograma apresentar: contagem de leucócitos: 23.109/mm3 ; contagem absoluta de linfócitos: 20.109/mm3 ; hemoglobina: 13 g/dL; plaquetas de 175.200/mm3 . Ela relata que trabalha normalmente, em tempo integral, e está em seu estado de saúde basal. Ao exame físico, não há linfonodos palpáveis nem hepatoesplenomegalia.
Com base nos dados clínicos apresentados, a conduta apropriada no manuseio dessa paciente é
Mulher de 50 anos é levada ao departamento de emergência após ingerir algumas cartelas de aspirina de 500 mg há cerca de 4 horas. O histórico é notável para depressão, tentativas anteriores de suicídio e osteoartrite. Ela estava tomando escitalopram e tramadol. Ao exame físico: escala de Glasgow: 15; pressão arterial: 160 x 90 mmHg; frequência cardíaca: 86 bpm; frequência respiratória: 30 ipm; há leve sensibilidade epigástrica à palpação. Exames séricos: sódio: 135 mEq/L; potássio: 4,3 mEq/L; creatinina: 1,13 mg/dL. Gasometria arterial: pH 7,46; bicarbonato: 17 mEq/L; PCO2 : 18,8 mmHg; PO2 : 98 mmHg. Nível sérico de salicilato: 48 mg/dL (nível terapêutico: 15 a 30).
Nesse momento, além de prescrever expansão com fluídos, a conduta indicada é iniciar o tratamento com 
Paciente destra de 42 anos, diabética e com miocardiopatia dilatada desenvolve quadro de “confusão” aguda. Ao exame físico: ela não obedece a comandos; fala fluentemente; diz várias frases sem sentido; parece haver um defeito visual no hemicampo direito. A ressonância magnética é realizada e mostra evidências de um acidente vascular cerebral.
Nesse caso, é correto afirmar que a oclusão vascular está