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 Mulher de 55 anos, com histórico de etilismo crônica há cerca de 20 anos (40 g/dia), foi encontrada desacordada em casa e trazida por familiares a sala de emergência. Apresenta queixa de dor abdominal intensa, localizada no andar superior do abdome e que se irradia para o dorso (dor em faixa), bem como náuseas e vômitos. Não apresenta sinais de trauma externo. Ao exame: mal estado geral, agitada, sudorética, taquicárdica (115 bpm) e hipotensa (PA 70x60 mmHg). Temperatura axilar de 38 ºC. O abdome encontra-se distendido e difusamente dolorosa a palpação. Observa-se equimoses em flanco esquerdo e na região periumbilical.
O diagnóstico mais provável é
Qual é o sintoma de maior prevalência (80%) em pacientes com doença do refluxo gastroesofágico?
Mulher de 40 anos, tabagista, IMC 38 kg/m2 , procurou atendimento médico devido à preocupação excessiva com o câncer de mama. Refere que sua prima materna de primeiro grau apresentou o diagnóstico recentemente ao completar 35 anos. Realizou uma mamografia em sua cidade que evidenciou um nódulo oval circunscrito na mama direita (BIRADS 3). Histórico ginecológico: G0P0A1 (induzido), faz uso de contraceptivo oral.
Qual a conduta mais adequada para o caso?
Homem de 56 anos, assintomático e sem antecedentes pessoais patológicos, compare a uma consulta de rotina bastante preocupado devido a alguns resultados de exames de rotina solicitados por um médico do trabalho. Relata que nesse check-up foi coletado um marcador tumoral sérico denominado CA19.9, que se apresentou discretamente aumentado (42 U/mL).
O paciente pesquisou o significado desse exame em sites de busca e se encontra bastante preocupado. Qual seria a orientação adequada a esse paciente?
Mulher de 68 anos de idade apresenta febre, cefaleia intensa e rebaixamento do nível de consciência há um dia. A paciente nega comorbidades e uso de medicamentos. Exame físico: escala de coma de Glasgow de 13; desorientação em tempo e espaço; rigidez nucal.
O tratamento deve ser com