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Homem de 68 anos, com histórico de hipertensão arterial e tabagismo, apresenta-se com dispneia súbita intensa que o acordou do sono. Relata dispneia aos esforços nas últimas semanas, mas nunca tão grave. Na chegada do serviço de emergência: FC: 110 bpm; PA: 190/115 mmHg; FR: 35 irpm; SpO2: 78% em ar ambiente. Após início de ventilação não invasiva em modo BIPAP, saturação melhora para 94% em O2 100%.
Exame físico: Trabalho respiratório aumentado, diaforético; Pressão venosa jugular: 12 cm H2 O; Estertores pulmonares crepitantes difusos; Exame cardíaco: B1, B2 e B3 presentes, sopro sistólico apical suave; Abdome distendido, edema maleolar 1+.

Qual é o exame diagnóstico mais urgente?
Homem, 78 anos, com doença arterial coronariana, fibrilação atrial permanente, diabetes mellitus, hipertensão e cardiomiopatia isquêmica é admitido no hospital por insuficiência cardíaca descompensada. Nas últimas semanas, notou ganho de peso, edema e dispneia progressiva aos mínimos esforços.
Medicações domiciliares: apixabana 5 mg 2x/dia, atorvastatina 40 mg/dia, sacubitril/valsartana 97/103 mg 2x/dia, metoprolol succinato 100 mg/dia, furosemida 20 mg 2x/dia.
Exame físico: FC: 90 bpm, PA: 122/68 mmHg, SpO2 : 95% em O2 : 4 L. Pressão venosa jugular: 14 cm H2 O, estertores bilaterais até metade dos campos pulmonares. Ritmo irregular. Sopro sistólico holossistólico 2+/6 no ápice com B3 presente. Edema até joelhos.
Laboratório de admissão: leucócitos: 5.600/µL, Hb: 9 g/dL, plaquetas: 180.000/µL, sódio: 132 mEq/L, potássio: 3,8 mEq/L, ureia: 52 mg/dL, creatinina: 1,8 mg/dL.
Ecocardiograma: VE moderadamente dilatado, fração de ejeção 32%, VD normal, PSAP 56 mmHg, insuficiência mitral moderada. Sem grandes mudanças em relação ao eco de 2 anos atrás.
Qual dos seguintes parâmetros apresenta o pior significado prognóstico para risco de mortalidade intra-hospitalar nesse paciente? 
Uma mulher de 56 anos procura atendimento médico com história de dispneia progressiva aos esforços há 1 mês. História médica prévia: diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia, asma grave, depressão e hipotireoidismo. Medicações: metformina 500 mg 2x/dia, olmesartana 20 mg/dia, atorvastatina 20 mg/dia, sertralina 50 mg/dia, levotiroxina 88 mcg/dia, fluticasona/salmeterol 250/50 mcg inalatório 2x/dia e inalador de salbutamol de resgate cerca de 2x/dia.
Exame físico: PA: 90/60 mmHg, FC: 68 bpm. Restante do exame físico normal.
BNP elevado: 300 pg/mL. Outros exames laboratoriais, incluindo função tireoidiana e painel metabólico, são normais.
Ecocardiograma: disfunção sistólica grave de ventrículo esquerdo.
Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação dessa paciente?
Homem, 65 anos, com IC com fração de ejeção reduzida (FEVE 28%), NYHA III, sem congestão ao exame clínico, está com terapia farmacológica plena e otimizada. Exame físico: PA: 118/72 mmHg, FC: 68 bpm (ritmo sinusal); ECG: aparenta morfologia de bloqueio do ramo esquerdo com duração de QRS 138 ms. Laboratório: ferritina: 45 ?g/L, saturação da transferrina: 17%, Hb: 13,2 g/dL, TFG: 60 mL/min/1,73 m2 , K: 4,7 mEq/L. Ecocardiograma: VE dilatado; insuficiência mitral discreta; VD normal, sem sinais de hipertensão pulmonar.
Qual é o próximo passo que mais provavelmente melhora sintomas e reduz hospitalizações por IC nesse momento?
Homem, 62 anos, portador de hipertensão arterial, infarto prévio e diabetes mellitus tipo 2, apresenta dispneia aos pequenos esforços. Realizou ecocardiograma que evidenciou fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE = 35%) e hipocinesia difusa com predomínio anteroapical. Pressão arterial em consultório: 122/76 mmHg; função renal preservada (TFG 65 mL/ min/1,73m²); potássio sérico: 4,5 mEq/L. Os exames funcionais não mostram isquemia. Encontra-se em uso regular de carvedilol 25 mg 2x/dia e enalapril 20 mg 2x/dia.
De acordo com as diretrizes atuais, assinale a alternativa que apresenta o próximo passo mais adequado no tratamento.