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Homem, 58 anos de idade, em investigação de Síndrome Parkinsoniana. Há cerca de 1 ano, apresenta sono referido como agitado. Familiares referem que o paciente faz movimentos amplos e violentos em algumas noites, já tendo caído da cama nesse contexto. Há relato de pesadelos pelo paciente, geralmente com conteúdo violento. Negam roncos ou pausas respiratórias observadas por familiares. Nega sonolência excessiva diurna. Ao exame físico, apresenta IMC 24, Mallampati 1, bradicinesia pior à direita com rigidez 1+/4+, tremor de repouso em membros superiores, melhor na postura e ação. Atualmente faz uso de: AAS 100 mg/dia; atorvastatina 20 mg/dia; pramipexol 0.25 mg 8/8h; escitalopram 10 mg/dia; metoprolol 50 mg 12/12h. Qual a principal suspeita diagnóstica frente ao quadro apresentado? 
Em relação ao exame de Eletroencefalograma (EEG), é correto afirmar: 
Mulher, 51 anos de idade, refere que há cerca de três anos apresenta dificuldade para adormecer, com latência referida de 50 minutos, associada a despertares frequentes, cerca de cinco por noite, com demora de aproximadamente 10 a 15 minutos para retomar o sono. Não sabe referir sobre ronco, porque mora só. Refere sonolência excessiva diurna com 10 pontos na escala de sonolência de Epworth. Noctúria associada. Refere que o quadro começou na vigência de um episódio depressivo que foi tratado com o uso de fluoxetina 20 mg/dia, suspensa há um ano após melhora dos sintomas de humor. Neste período, teve ganho de peso, cerca de 12 kg e refere dificuldade para recuperar seu peso anterior. Peso de 85 kg, altura de 1,63 m, IMC de 32 kg/m2, Malampati III, circunferência cervical 38 cm. Com base nestas informações, qual hipótese diagnóstica pode ser elaborada?
Homem, 70 anos de idade, procurou o pronto-socorro por vertigem, desde que acordou, há cerca de 4 horas. Ao chegar ao hospital, melhorou. Assinale a alternativa que apresenta o paciente, com essa mesma história, que tem maior chance de ter apresentado um AIT. 
Homem, 32 anos de idade, com histórico de comportamento sexual de risco e múltiplos parceiros, sem uso regular de preservativos. Apresenta lesão ulcerada indolor em genitália há 14 meses, que regrediu espontaneamente. Na época, foi diagnosticado com sífilis primária com testes positivos: FTA-ABS reagente e VDRL 1:64. Sorologias para HIV, hepatite B e C foram negativas. Recebeu tratamento com penicilina benzatina (2,4 milhões UI, dose única). Retorna um ano após o tratamento, assintomático, com novo VDRL mostrando título de 1:4, e FTA-ABS continua reagente. Assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada para o caso descrito.