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Homem, 48 anos de idade, com cardiomiopatia dilatada não isquêmica, em classe funcional NYHA IV, mesmo em uso otimizado de betabloqueador, IECA, diurético e antagonista de aldosterona. Apresenta fração de ejeção de 18% e episódios frequentes de internação por congestão. Assinale a alternativa que apresenta uma indicação clássica para transplante cardíaco nesse paciente. 
Homem, 75 anos de idade, morador de casa de repouso, foi encontrado desacordado pelos cuidadores, sendo encaminhado para o pronto-socorro através do SAMU, foi realizado ECG de entrada apresentado a seguir (ECG A). Ao exame físico, apresenta-se desidratado, sonolento com PA de 80×50 mmHg com sinais flogísticos em cateter Permicath e hiperglicemia. Após receber hidratação e insulina endovenosa, apresenta modificação do ECG para o apresentado na imagem (ECG B).

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Após a abordagem inicial na sala de emergência, pode-se afirmar que o paciente apresentou 
Paciente de 49 anos de idade, com história de tontura, escurecimento visual, palpitação de início súbito, regular e dor torácica em aperto, sudorese, durando 1 hora. Foi levado ao posto de saúde onde fez ECG e recebeu medicação venosa, não se lembra de detalhes. Refere que teve um quadro semelhante há cerca de 1 ano, estava trabalhando, teve palpitação, tontura e foi ao pronto-socorro onde foi orientado a passar em consulta com cardiologista. Foi medicado com AAS e amiodarona porém não tomou as medicações. Apresenta ecocardiograma transtorácico com AO: 33; AE: 35; VE: 55 x 44 mm; Septo 7 PP 7 FEVE 50%. Demais câmaras de tamanhos normais. VE com hipocinesia dos segmentos basal e médio da parede lateral; RDA. VD normal. IAO eIT mínimas. Submetido à ressonância do coração que é apresentada na imagem a seguir a sequência do realce tardio no eixo curto:

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Com base na imagem apresentada, pode-se afirmar: 
Homem, 28 anos de idade, atleta amador de corrida, é diagnosticado com Miocardiopatia Hipertrófica (MCH) durante uma avaliação de rotina. Ele está completamente assintomático do ponto de vista cardiovascular. A investigação revela os seguintes dados:

• Ecocardiograma: Hipertrofia septal assimétrica com espessura máxima de 22 mm. Fração de ejeção do VE de 65%. Ausência de obstrução da via de saída do VE em repouso e sob manobra de Valsalva.
• Holter 24h: Ritmo sinusal, sem arritmias ventriculares complexas. Foram registrados 3 episódios de Taquicardia Ventricular não Sustentada (TVNS), o mais longo com 4 batimentos a 150 bpm.
• História Familiar: Um tio paterno faleceu subitamente aos 45 anos de idade, com diagnóstico post-mortem de MCH.
• Teste Ergométrico: Atingiu 11 METs, sem arritmias. A resposta da pressão arterial ao esforço foi normal (elevação > 20 mmHg no pico).

Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada para a prevenção de morte súbita neste paciente.
Paciente de 55 anos de idade, com quadro de síncope precedida de palpitações durante jogo de futebol, foi trazido via ambulância ao pronto-socorro, identificada FC de 240 bpm e foi realizado um novo ECG apresentado a seguir. O paciente tem antecedente de HAS, fibrilação atrial paroxística, sem cardiopatia estrutural, faz uso de rivaroxabana 20 mg 1x/dia, propafenona 300 mg 2x/dia e losartana 50 mg 1x/dia. 

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Qual o mecanismo mais provável da arritmia apresentada?