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Homem de 47 anos, portador de valva aórtica bicúspide, procura atendimento por febre há 12 dias, calafrios, perda ponderal e piora recente de dispneia aos esforços. Recebeu amoxicilina por conta própria por 4 dias, com melhora parcial da febre. Ao exame: PA: 118/54 mmHg, FC: 104 bpm, temperatura 38,2 ºC, sopro diastólico aspirativo em borda esternal esquerda e estertores bibasais discretos.
Exames iniciais:

Hemoglobina: 10,8 g/dL;
Leucócitos: 15.600/mm3 ;
PCR elevada;
Creatinina: 1,3 mg/dL;
Urina tipo I: hematúria microscópica;
Hemoculturas colhidas na admissão ainda sem crescimento em 24 horas.
Ecocardiograma transtorácico: imagem móvel aderida à face ventricular da valva aórtica, medindo 12 mm, associada à insuficiência aórtica importante. Há dilatação discreta do ventrículo esquerdo, sem abscesso evidente ao transtorácico.

Após coleta de hemoculturas e início de antibioticoterapia empírica, a próxima conduta mais apropriada é:
Mulher de 72 anos, hipertensa, diabética e com doença renal crônica estágio 3, procura o pronto-socorro por dor torácica opressiva iniciada há 3 horas, em repouso, com irradiação para mandíbula e sudorese. Na admissão, está hemodinamicamente estável. Exames laboratoriais: troponina ultrassensível inicial: acima do percentil 99, com elevação em nova dosagem após 2 horas; creatinina: 1,6 mg/dL; hemoglobina: 12,8 g/dL. A seguir, ECG realizado:

Imagem associada para resolução da questão

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Após tratamento inicial com antiagregação, anticoagulação e medidas anti-isquêmicas, a melhor estratégia de condução é:
Homem de 45 anos é trazido ao pronto-socorro em crise tônico-clônica generalizada contínua há 8 minutos. São instituídos oxigênio suplementar, acesso venoso periférico e monitorização. Glicemia capilar: 92 mg/dL. Não há história conhecida de epilepsia ou uso de medicamentos.

A conduta medicamentosa inicial mais adequada é
Mulher de 29 anos, obesa (IMC 34 kg/m2 ), previamente hígida, refere cefaleia holocraniana progressiva há 4 semanas, vômitos em jato e episódios de diplopia horizontal. Ao exame neurológico: papiledema bilateral grau II e paresia do nervo abducente (VI) à direita. Tomografia computadorizada de crânio realizada na chegada não mostra lesão expansiva, hemorragia ou hidrocefalia.

Antes de prosseguir com a punção lombar para medida da pressão de abertura, qual seria a conduta diagnóstica mais adequada nesse caso?
Homem de 63 anos, sem comorbidades, refere lentificação progressiva, tremor de repouso na mão direita e rigidez há 18 meses. Ao exame: bradicinesia assimétrica (pior à direita), rigidez em roda denteada predominante à direita e tremor de repouso assimétrico. Não há quedas precoces, disautonomia significativa (sem hipotensão postural sintomática, sem disfunção urinária precoce), paralisia do olhar vertical conjugado, sinais cerebelares ou piramidais. Teste com levodopa apresentou boa resposta sintomática.

Qual a hipótese diagnóstica mais provável para o caso?