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Uma enfermeira recém-contratada em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Volta Redonda percebe que um colega de profissão, em diversas ocasiões, tem se negado a prestar atendimento a pacientes com base em suas convicções religiosas, alegando que tais práticas são contrárias à sua fé. Essa conduta tem gerado insatisfação entre os usuários e questionamentos sobre a ética profissional.
Um técnico de enfermagem em Volta Redonda recebe a tarefa de administrar um medicamento intravenoso complexo que, segundo o protocolo da unidade, é de responsabilidade exclusiva do enfermeiro devido à necessidade de monitoramento contínuo e ao risco de reações adversas graves. O técnico, no entanto, sente-se pressionado por seu supervisor a realizar o procedimento, alegando que em outras unidades isso é comum.
Um enfermeiro, ao gerenciar uma unidade de saúde, depara-se com a necessidade de delegar tarefas a técnicos de enfermagem. Considerando as disposições do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 564/2017), é fundamental que essa delegação respeite os limites de competência e a segurança da assistência. Qual das seguintes ações representa uma violação ética nesse contexto?
Uma enfermeira, ao realizar um procedimento em um paciente, percebe que um colega de profissão está executando uma tarefa que excede sua competência técnica e legal, colocando o paciente em risco. A enfermeira, ao abordar a situação, considera os preceitos éticos que regem sua profissão.
Um técnico de enfermagem, ao se deparar com uma situação de emergência que requer um procedimento privativo do enfermeiro, mas que envolve risco iminente de morte e ausência do enfermeiro responsável, busca orientação sobre os limites de sua atuação.