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Considere as possíveis reescritas do seguinte período do texto: “O brinquedo, no entanto, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado, já que diz também sobre uma característica primordial da infância: a criatividade”.
I. Todavia, o brinquedo não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do mercado: ele
também diz sobre a criatividade, que é uma característica primordial da infância.
II. Por outro lado, o brinquedo não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do
mercado, uma vez que ele se liga a uma característica primordial da infância: a criatividade.
III. O brinquedo, em vista disso, não é uma criação exclusiva da lógica de compra e venda do
mercado, contudo, diz também sobre a criatividade e a uma característica primordial da
infância.
Quais mantêm a correção e o sentido do texto?
Considere o que se afirma sobre a seguinte frase do texto: “Se os lares reproduzirem padrões de gênero, os brinquedos também irão fazê-lo”:
I. É um período composto com duas orações.
II. A vírgula separa oração subordinada adverbial deslocada com sentido de condição.
III. A oração após a vírgula é a principal.
IV. A forma pronominal “lo” retoma “reproduzirem padrões de gênero”.
Quais estão corretas?
Os excertos a seguir constituem texto adaptado do artigo “Um samurai nas alturas”, de João Pereira Coutinho, publicado no jornal Folha de S. Paulo, em 5 de abril de 2019. Tais excertos, no entanto, encontram-se desordenados. Numere-os de modo que seja estabelecida a coesão e a coerência.
Em seguida, assinale a opção correspondente à ordem correta dos excertos.
( ) Esse projeto consiste em escalar o paredão do El Capitán, um rochedo com 975 metros que fica no Parque Natural de Yosemite, na Califórnia. Alex já escalou o bicho várias vezes com o equipamento de segurança. E várias vezes falhou a empreitada. Como garantir que, sem cordas, sem paraquedas, sem nada, a história será diferente? E como explicar o demencial otimismo do rapaz? E se isso não é doença, é o quê?
( ) É a pergunta que vale 1 milhão de dólares: se tudo aquilo que interessa à espécie humana é sobreviver e passar os genes, como explicar que alguém queira escalar uma rocha gigante, sem equipamento de segurança, sabendo que um gesto em falso significa a morte?
( ) A essa eu respondo: é obsessão; desafio; coragem. E arte, muita arte: quando acompanhamos Alex nos seus ensaios, percebemos que a escalada em “free solo” tem tanto de esforço como de rigor técnico.
( ) Deixo a pergunta para os darwinistas de carteirinha. Ou, então, aconselho à mesma turma o documentário “Free Solo”, que venceu o Oscar esse ano.
( ) A obra é, artisticamente falando, banalíssima. Mas não são as qualidades estéticas do documentário que interessam. O que interessa é o personagem principal — Alex Honnold, um alpinista que partilha com a câmera o seu projeto de vida.

