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O arco e a flecha

Um homem contava vantagens da qualidade de seu arco:

– Olha meu arco. Ele é tão bom que nem preciso de flecha.

Outro vangloriava-se da qualidade de sua flecha.

– Olha minha flecha. Ela é tão boa que nem preciso de arco.

Nesse momento passava um mestre arqueiro que parou e disse aos dois contadores de prosa:

O que estão falando não tem sentido. Sem arco, como atirar a flecha? E sem flecha, como atingir o alvo?

Ele pediu então emprestado o arco e a flecha e começou a ensinar aos dois a arte do arco e da flecha.

Só então os dois faladores compreenderam pela primeira vez que um arco precisa de uma flecha e uma flecha precisa de um arco.

Disponível em: <contosemcantar.blogspot.com.br/2011/12/o-arcoflecha.html>. Acesso em: 23 set.2016.


O pronome pessoal “ele” presente na expressão Ele pediu (linha 9) e a sua forma elíptica na expressão começou a ensinar (linha 10) têm como referente

Senhas

Adriana Calcanhoto

Eu não gosto do bom gosto

Eu não gosto de bom senso

Eu não gosto dos bons modos

Não gosto

[...]

Eu gosto dos que têm fome

Dos que morrem de vontade

Dos que secam de desejo

Dos que ardem

[...]

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/66697/> . Acesso em: 26 jul.2016.


O fragmento da canção estrutura-se pelo recurso da repetição de uma mesma expressão no início dos versos. Esse recurso é chamado de

Agora Fabiano era vaqueiro, e ninguém o tiraria dali. Aparecera como bicho, entocara-se como um bicho, mas criara raízes, estava plantado. Olhou os quipás, os mandacarus e os xique-xiques.

RAMOS, Graciliano. Vidas secas. São Paulo: M. Fontes,1970. p.53.


Observe que o trecho de Vidas secas foi reescrito abaixo com modificações. Considerando aspectos da gramática normativa, assinale a alternativa na qual a reescrita não apresenta desvio da norma culta.

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Dadas as afirmativas acerca do uso dos mecanismos linguísticos,
I. A respeito da oração destacada no trecho, é linguisticamente adequado afirmar que ela expressa uma circunstância de comparação.
II. No contexto: ‘“Nosso propósito nesta vida, portanto, ” escreveu Santo Agostinho, ele próprio um pouco iogue, ... ’, o pronome sublinhado se refere a toda frase anterior, porque se trata de uma referência anafórica.
III. Em: “...essa é simples de entender, mas praticamente impossível de absorver...”, o pronome demonstrativo em destaque é um mecanismo de coesão gramatical anafórico, uma vez que faz alusão à ideia mencionada no parágrafo anterior.
verifica-se que está(ão) correta(s) apenas
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Dadas as afirmativas relativas ao texto,

I. O texto objetiva especificamente informar sobre as condições adversas das estradas brasileiras.


II. As ideias textuais foram organizadas com emprego de elementos coesivos entre os parágrafos.


III. A oração: “... incluindo todas as condições simultaneamente” (1º parágrafo), apresenta-se reduzida. Para desenvolvê-la, é necessário o emprego de um pronome relativo.


IV. A expressão “até mesmo”, (2º parágrafo), funciona como operador argumentativo, um introdutor de pressuposto. Parte-se de um pressuposto: o que vai ser demonstrado é o óbvio.


verifica-se que estão corretas apenas