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Um jovem de 30 anos sofreu um acidente de trânsito enquanto pilotava uma motocicleta em alta velocidade; ele é trazido ao hospital apresentando Escala de Coma de Glasgow (ECG) de 5. A pressão arterial (PA) é de 100/70 mmHg, a frequência cardíaca é de 120 bpm e a saturação de oxigênio (SpO2) é de 87% em ar ambiente.
Um colar cervical rígido foi colocado para estabilizar a coluna cervical e o paciente foi transferido rapidamente ao CTI.
Em relação à obtenção de uma via aérea definitiva nesse paciente, é correto afirmar que 
A monitorização da pressão intracraniana (PIC) é recomendada para pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) com 
Em 2026, novas diretrizes internacionais para o manejo de pacientes com tromboembolismo pulmonar foram publicadas. Uma das principais atualizações envolveu a estratificação de risco, permitindo uma avaliação mais refinada dos pacientes anteriormente classificados apenas como de risco intermediário.

Nesse cenário, em pacientes ainda sem hipotensão arterial persistente, assinale a opção que não apresenta um achado de má perfusão tecidual que poderia configurar a presença de choque normotensivo.
Uma paciente, 78 anos, com diagnóstico de hipotireoidismo há 20 anos, sem acompanhamento, apresenta-se em unidade de emergência, torporosa, hipotérmica (34°C), bradicárdica, hiponatrêmica e com hipoventilação. Diante desse quadro, deve-se 
Uma mulher de 33 anos, vítima de traumatismo cranioencefálico grave após acidente automobilístico, é transportada para o hospital por ambulância do corpo de bombeiros. Na admissão, apresenta Glasgow 7, pupilas isocóricas e fotorreagentes. A tomografia de crânio demonstra hematoma subdural agudo volumoso, edema cerebral difuso e desvio da linha média. Após estabilização inicial, evolui com hipertensão arterial, bradicardia e alteração pupilar progressiva com piora neurológica rapidamente progressiva.
A conduta imediata mais adequada é