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Em uma unidade de acolhimento adulto, um cuidador percebeu que um dos residentes apresentava episódios de intensa depressão, ansiedade aguda e possível ideação suicida, configurando sofrimento psíquico agudo.



Considerando essa situação hipotética, bem como as diretrizes estruturantes da rede de atenção psicossocial (RAPS), da legislação psiquiátrica vigente e do fluxo de atendimento em rede, assinale a opção que apresenta a conduta correta a ser adotada pela equipe do serviço socioassistencial.

Estudante de Psicologia de 22 anos, de origem Guarani Kaiowá, cometeu suicídio. Pessoas de sua aldeia atribuíram o fato a um suposto enfeitiçamento, justificando que isso teria feito com que ela perdesse o discernimento. Uma equipe de saúde foi acionada para lidar com essa situação.

Nesse caso, qual é a abordagem adequada a ser realizada pela equipe de saúde?
M.L.S., sexo feminino, 59 anos, apresenta transtorno depressivo maior, episódio atual grave, com sintomas psicóticos congruentes com o humor (delírios de culpa e ruína) e ideação suicida estruturada. Recusa-se a comer nos últimos cinco dias. Já foram realizadas duas tentativas terapêuticas prévias com antidepressivos de diferentes classes, em doses e durações adequadas.
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno depressivo maior, comparece à consulta de retorno com seu psiquiatra relatando piora do humor nas últimas duas semanas, sentimento de desesperança e pensamentos recorrentes de que “a vida não vale a pena”. Sente-se “um peso para família”.
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
M.L.S., sexo feminino, 59 anos, apresenta transtorno depressivo maior, episódio atual grave, com sintomas psicóticos congruentes com o humor (delírios de culpa e ruína) e ideação suicida estruturada. Recusa-se a comer nos últimos cinco dias. Já foram realizadas duas tentativas terapêuticas prévias com antidepressivos de diferentes classes, em doses e durações adequadas.
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a