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Concurso:
HU Brasil
Disciplina:
Psiquiatria
J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno
depressivo maior, comparece à consulta de retorno com seu
psiquiatra relatando piora do humor nas últimas duas semanas,
sentimento de desesperança e pensamentos recorrentes de que
“a vida não vale a pena”. Sente-se “um peso para família”.
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
M.L.S., sexo feminino, 59 anos, apresenta transtorno depressivo
maior, episódio atual grave, com sintomas psicóticos congruentes
com o humor (delírios de culpa e ruína) e ideação suicida
estruturada. Recusa-se a comer nos últimos cinco dias. Já foram
realizadas duas tentativas terapêuticas prévias com
antidepressivos de diferentes classes, em doses e durações
adequadas.
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno
depressivo maior, comparece à consulta de retorno com seu
psiquiatra relatando piora do humor nas últimas duas semanas,
sentimento de desesperança e pensamentos recorrentes de que
“a vida não vale a pena”. Sente-se “um peso para família”.
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
M.L.S., sexo feminino, 59 anos, apresenta transtorno depressivo
maior, episódio atual grave, com sintomas psicóticos congruentes
com o humor (delírios de culpa e ruína) e ideação suicida
estruturada. Recusa-se a comer nos últimos cinco dias. Já foram
realizadas duas tentativas terapêuticas prévias com
antidepressivos de diferentes classes, em doses e durações
adequadas.
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno
depressivo maior, comparece à consulta de retorno com seu
psiquiatra relatando piora do humor nas últimas duas semanas,
sentimento de desesperança e pensamentos recorrentes de que
“a vida não vale a pena”. Sente-se “um peso para família”.
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é