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Candidato aprovado em concurso público federal para o cargo de Agente Penitenciário Federal é submetido a exame médico admissional. Na avaliação psiquiátrica, relata histórico de duas internações psiquiátricas, por episódios depressivos graves (há 5 e 3 anos), com tentativas de suicídio. Atualmente está há 18 meses em remissão completa, assintomático, em uso de sertralina 100 mg/dia, com acompanhamento psiquiátrico regular. O psiquiatra perito o considera inapto, alegando que o histórico de depressão grave e o risco suicida é incompatível com uma função que envolve porte de arma, ambiente de alta tensão e risco. O candidato contesta judicialmente. Segundo os princípios éticos e legais da perícia admissional, o argumento é MAIS pertinente é: 
Servidor público federal, analista judiciário de 47 anos, encontra-se em licença médica há 240 dias por transtorno depressivo recorrente, episódio atual grave. É encaminhado para junta médica oficial, para avaliação de aposentadoria por invalidez. Na perícia, apresenta humor deprimido persistente, anedonia grave, retardo psicomotor acentuado, hipersonia (dorme ), déficit cognitivo importante (dificuldade de concentração, memória e raciocínio abstrato), ideação suicida passiva recorrente. Já realizou quatro tentativas de tratamento com diferentes antidepressivos (ISRS, IRSN, tricíclico) em doses e tempo adequados, com resposta insuficiente. Recentemente, foi indicado para eletroconvulsoterapia, mas ainda não iniciou o tratamento. Considerando a Lei 8.112/1990 e os princípios da perícia médica, a conduta MAIS adequada é:
Gestante de 32 anos, com oito semanas de gestação, apresenta episódio depressivo maior grave (HAM-D: 28 pontos), com ideação suicida ativa, histórico de três episódios depressivos prévios, sendo o último há seis meses, tratado com escitalopram 20 mg/dia, com boa resposta, mas descontinuado por remissão. Paciente e família recusam internação psiquiátrica. Considerando o perfil risco-benefício no primeiro trimestre gestacional, a conduta farmacológica MAIS adequada para essa paciente é: 
Paciente mulher de 68 anos, com depressão maior grave, melancólica, com ideação suicida ativa e recusa alimentar, é indicada para eletroconvulsoterapia (ECT). Ela apresenta as seguintes comorbidades: hipertensão arterial controlada, diabetes mellitus tipo 2, marca-passo cardíaco definitivo, implantado há dois anos, e aneurisma cerebral não roto de 4mm em artéria comunicante anterior (descoberto incidentalmente há um ano). A partir dessas informações, podemos afirmar que, das condições listadas, representa contraindicação ABSOLUTA para ECT.

Assinale a alternativa que preenche, CORRETAMENTE, a lacuna do texto:
No manejo clínico dos transtornos depressivos, a escolha entre as diferentes modalidades terapêuticas — farmacológica, psicoterapia e eletroconvulsoterapia (ECT) — baseia-se na gravidade e na resposta do paciente. Sobre essas intervenções, é correto afirmar que: