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Segundo LANE (1984, pag.78), “O homem fala, pensa, aprende e ensina, transforma a natureza: o homem é cultura, é história. Esta desconsideração da psicologia em geral, do ser humano como produto históricosocial, é que a torna, se não inócua, uma ciência que reproduziu a ideologia dominante de uma sociedade...”. A partir da leitura desse trecho, assinale alternativa que NÃO se corresponde a ideia afirmada pela autora.
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Assinale a alternativa CORRETA que defina a abordagem da Base Dialógica:
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Julgue o item a seguir.

Por um lado, a interação social, segundo a maioria das teorias, é definida como uma troca voluntária e explícita entre duas ou mais pessoas, podendo envolver linguagem verbal e não verbal. Além disso, ela pode ocorrer em diferentes níveis, desde interações individuais até trocas entre grupos ou mesmo em escala societal, sendo considerada a base para compreender fenômenos sociais mais amplos.
A partir da Psicologia Social crítica, do final do século XX, os processos grupais passam a ser compreendidos como projetos, um eterno “vir a ser”, constituídos em uma tensão entre serialidade e totalidade (Lapassade,1982). Há uma ameaça constante de dissolução do grupo e de volta à serialidade, em que cada integrante assume e afirma sua individualidade, sendo mais um na presença dos demais. Ao mesmo tempo, há uma busca pela totalidade, em que cada um dos integrantes participa com os demais, introjeta-os e dá sentido à relação estabelecida, afirmando-se e assumindo a totalidade do grupo. Nesse sentido, a metodologia dos grupos operativos de Enrique Pichon- -Riviere contribuiu para o trabalho de grupos, explicitando seus modos de funcionamento e permitindo que todos elaborem sobre a experiência coletivamente.
O conceito que fundamenta o funcionamento dos grupos operativos é o de Esquemas Conceituais Referenciais Operativos (ECROS), que é definido como
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Frantz Fanon (2008), ao falar sobre a psicologia do colonialismo, afirma que todo idioma é um modo de pensar, pontuando que há uma relação de sustentação entre a língua e a coletividade. Para a Psicologia Social crítica, é impossível pensar nos processos de subjetivação isolando a linguagem da produção do indivíduo e do processo grupal.
Dessa forma, nos processos de colonização, a linguagem opera dinâmicas de
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