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A proposta de um currículo que reforça a identidade e a cosmovisão dos estudantes de escolas indígenas e quilombolas passa por projetos pedagógicos que integram o conhecimento tradicional sobre a natureza e as práticas sustentáveis com os conhecimentos científicos. Em quais aspectos podemos analisar a relação entre o mitológico e o epistemológico nos textos 1 e 2?
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Um professor de filosofia precisa elaborar um plano de aula para estudantes do Ensino Fundamental na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA), cujo tema envolva as implicações éticas entre ideologia e conhecimento científico. Para isso, utiliza esse excerto de Habermas. Qual habilidade está de acordo com a fundamentação teórica adotada no plano de aula?
TEXTO 1

E por que, não obstante, constitui a guerra um problema? Porque ela não é somente o homicídio institucionalizado; mais exatamente porque o homicídio do inimigo coincide com o sacrifício do indivíduo à sobrevivência física de seu próprio Estado. É com efeito nesse ponto que a guerra propõe aquilo que eu chamaria o problema de uma “ética da angústia”. Se a guerra só me pusesse em face de um problema: matarei o inimigo ou não o matarei? – só o medo e a idolatria de um Estado divinizado explicariam minha submissão ao Estado maléfico, e esses dois motivos me condenariam totalmente; meu dever estrito seria ser objetante de consciência. Mas a guerra também me propõe uma outra questão: deverei arriscar minha vida para que meu Estado sobreviva? A guerra é essa situação-limite, essa situação absurda, que faz coincidir o homicídio com o sacrifício. Promover a guerra é, para o indivíduo, ao mesmo tempo matar o próximo, o cidadão de outro Estado, e pôr sua vida em jogo para que o Estado respectivo continue a existir.
RICOEUR, P. História e verdade.
Rio de Janeiro: Forense,1968.

TEXTO 2
O Estado somos nós, ele não é nada mais do que o representante e promotor da rousseauniana vontade geral, e cabe ao conjunto da sociedade fazer com que o Estado promova e implemente a educação pública que queremos.
GALLO, S. A escola pública numa perspectiva
anarquista. Verve, n.1,2002 (adaptado).

O Texto 1 remete ao conflito entre interesses individuais e interesses públicos em uma situação de guerra. Esse conflito, porém, pode ser constatado em situações menos dramáticas que a guerra, como a tensão entre o comportamento dos estudantes e as regras da escola, como apontado no Texto 2. Com base na angústia mencionada com a situação de guerra abordada no Texto 1, do ponto de vista institucional, como se interpreta o Texto 2 numa situação conflituosa no ambiente escolar?
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Uma professora de filosofia, após debater com os estudantes situações de violência na escola, propõe o exame de textos filosóficos para refletir sobre o problema. Nesse contexto, conduz a leitura do texto, adequado a essa proposta didática, porque situa a violência nos termos da
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Em uma turma da 1ª série do Ensino Médio, uma professora de filosofia dedica algumas aulas ao exame das produções artísticas dos seres humanos, com base na Filosofia de Agostinho de Hipona. Para isso, utiliza esse texto e conduz reflexões sobre imagens de artes plásticas e músicas previamente selecionadas pelos estudantes. Submetidas ao conteúdo desse texto, essas produções artísticas revelam-se incomparáveis à criação divina do universo, na medida em que