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Em uma turma da 1ª série do Ensino Médio, uma professora de filosofia dedica algumas aulas ao exame das produções artísticas dos seres humanos, com base na Filosofia de Agostinho de Hipona. Para isso, utiliza esse texto e conduz reflexões sobre imagens de artes plásticas e músicas previamente selecionadas pelos estudantes. Submetidas ao conteúdo desse texto, essas produções artísticas revelam-se incomparáveis à criação divina do universo, na medida em que
A hermenêutica interna a uma religião não pode tender a se igualar a uma fenomenologia universal do fenômeno religioso senão a favor de uma extensão segunda, regida por um procedimento de transferência analogizante, conduzida aproximativamente, a partir do lugar em que se está no início. Oponho esse procedimento ao da história comparada das religiões, que supõe ao menos idealmente adoção de um lugar fora de lugar, de um lugar de onde o sujeito epistemológico não interessado consideraria com um olho neutro e simplesmente curioso o campo disperso das crenças religiosas. Se certa descrição externa é acessível a esse olhar de parte alguma, a compreensão do que se trata, do que está em jogo, do Woraufhin, é inacessível. Não entrarei aqui nessa via de transferência agonizante e da compreensão aproximativa que esta última permite. Limitar-me-ei a fundar a sua simples possibilidade sobre a atitude de suspense fenomenológico praticado a respeito de minhas próprias convicções. Pedem-me então que eu pratique, em relação às religiões diferentes da minha, a mesma assunção imaginativa e simpática que peço aos meus ouvintes quando procede diante deles a hermenêutica da fé hebraica e cristã.
RICOEUR, P. Leituras 3: nas fronteiras da filosofia. São Paulo: Loyola,1996.

Conforme esse texto, ao promover um debate acerca da diversidade cultural religiosa em sala de aula, cabe ao professor de filosofia direcionar o debate para
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Em uma escola onde as datas comemorativas ainda são majoritariamente vinculadas ao calendário cristão, uma professora de filosofia, dialogando com seus estudantes, ouve que muitos deles não reconhecem que suas crenças intimas estão representadas nos referidos eventos comemorativos. Como recurso didático, a professora apresenta fragmentos e aforismos de Kierkegaard e Nietzsche e conduz estudos e discussões problematizadoras a respeito da diversidade de práticas e crenças religiosas e não religiosas. Considerando que há uma grande diferença entre as práticas institucinalizadas e as vivências subjetivas, qual das assertivas corresponde conceitualmente às teorias de Kierkegaard e Nietzsche a respeito dos modelos de religiões institucionalizadas?
O método, entendido como o caminho que conduz ao objetivo, é fundamental para o exercício filosofico e desemprenha um papel crucial nas práticas de ensino de filosofia. Para o exercício, o método orienta por quais caminhos deve andar o pensamento; para o ensino, o método indica quais práticas devem ser utilizadas para o bom andamento das atividades e o cumprimento dos objetivos de aprendizagem. Destarte, a pergunta filosofica pelo método questiona justamente por onde caminha o pensamento quando se aprende e se ensina filosofia.

O processo de ensino-aprendizagem será favorecido se o professor adotar como método:
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Ao simular uma ágora, um professor discutiu o problema ético envolvendo o poder dos algoritmos e a liberdade humana nas redes sociais. Ao se considerar a ética aristotélica, o que as interações com as redes sociais revelam sobre a liberdade?