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Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
Usualmente, na linguagem ordinária, verdade e validade são tomadas como sinônimos. Diante de um bom argumento, diz-se que este é válido ou verdadeiro. Essa associação, contudo, não é correta do ponto de vista lógico, isso porque verdade é propriedade de sentenças e validade, de argumentos. Podemos então afirmar que um certo argumento é válido, dado que a suposta verdade das premissas nos obriga a aceitar a conclusão como verdadeira. Dito de outra forma, é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão, falsa.
VELASCO, P. N. Educando para argumentação: contribuições do ensino da Lógica. Belo Horizonte: Autêntica,2010 (adaptado).
Uma professora de filosofia elaborou com seu colega de Biologia uma avaliação interdisciplinar na qual uma das questões pedia aos estudantes que utilizassem esse texto a fim de identificar um argumento válido. Qual alternativa apresenta a questão a ser assinalada pelos estudantes?
VELASCO, P. N. Educando para argumentação: contribuições do ensino da Lógica. Belo Horizonte: Autêntica,2010 (adaptado).
Uma professora de filosofia elaborou com seu colega de Biologia uma avaliação interdisciplinar na qual uma das questões pedia aos estudantes que utilizassem esse texto a fim de identificar um argumento válido. Qual alternativa apresenta a questão a ser assinalada pelos estudantes?
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
No antigo tempo da criação do mundo com toda sua beleza, os Munduruku viviam dispersos, sem unidade e guerreando entre si. Era uma situação muito ruim que tornava a vida mais difícil e indócil. Foi aí que ressurgiu Karú-Sakaibê, o grande Criador, que já havia realizado tantas coisas boas para este povo. Contam os velhos que foi ele quem criara as montanhas e as rochas soprando em penas fincadas ao chão. Eram também criações dele os rios, as árvores, os animais, as aves do céu e os peixes que habitam todos os rios e igarapés. Karú-Sakaibê, tendo percebido que o povo que ele criara não estava unido, decidiu voltar para unificá-lo e lembrá-lo como havia sido trazido do fundo da Terra quando ele decidiu enfeitar a Terra com gente que pudesse cuidar da obra que criara.
MUNDURUKU, D. Contos indígenas brasileiros. São Paulo: Global,2005.
É possível afirmar que a influência ameríndia pode ser discutida em sala de aula com uma proposta filosófica e pedagógica na qual se evidencia o(a)
MUNDURUKU, D. Contos indígenas brasileiros. São Paulo: Global,2005.
É possível afirmar que a influência ameríndia pode ser discutida em sala de aula com uma proposta filosófica e pedagógica na qual se evidencia o(a)
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
Epicuro considerava a Filosofia não como instrução e aquisição passiva de informações, mas como uma atividade que, através de um generoso sentimento, a philia (amizade), ultrapassa a dimensão da sabedoria contemplativa e se expande em amor à humanidade. O logos filosófico traz a verdade iluminadora: é o discurso que se faz pharmakon, remédio que dissolve crenças e superstições – fonte do medo e dos males da alma.
MATOS, O. Filosofia: a polifonia da razão. São Paulo: Scipione,1997.
Com base no texto, podemos afirmar que a Filosofia de Epicuro concebe como tarefa primeira da Filosofia:
MATOS, O. Filosofia: a polifonia da razão. São Paulo: Scipione,1997.
Com base no texto, podemos afirmar que a Filosofia de Epicuro concebe como tarefa primeira da Filosofia:
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
Segundo bell hooks, a violência de gênero, especialmente a direcionada às mulheres, está intrinsecamente ligada a um sistema patriarcal de desigualdade e dominação. A partir de uma lente interseccional, bell hooks argumenta que o machismo, a supremacia branca e as desigualdades de classe não atuam isoladamente, mas se entrelaçam e se reforçam, intensificando a violência sofrida por mulheres, em especial as mulheres negras, que se encontram na intersecção de múltiplas opressões. Esses sistemas de poder são usados para controlar e subjugar, e a violência simbólica, perpetrada pela cultura e suas representações, normaliza e agrava a desigualdade de gênero, tornando-se ainda mais perniciosa ao invisibilizar as experiências de violência de quem já enfrenta preconceitos acumulados. Em seu livro Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade (2013), enfatiza a importância da educação como um processo de transformação e de libertação, desafiando as estruturas de poder e as formas tradicionais de ensino. Para a autora, a educação deve ser uma prática política que incite a reflexão crítica, o engajamento e a busca por justiça social.
Nesse contexto, pode-se afirmar que, para bell hooks, a educação libertadora deve considerar aspectos como
Nesse contexto, pode-se afirmar que, para bell hooks, a educação libertadora deve considerar aspectos como
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
Em uma escola pública de Ensino Médio, após episódios de comentários sexistas entre os estudantes, a professora de filosofia propõe rodas de conversa para discutir as causas estruturais da violência de gênero. Inspirada na obra Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade (2013), de bell hooks, essa professora organiza debates mediados pelos próprios estudantes, com o objetivo de tornar a sala de aula um espaço democrático e crítico. Durante a atividade, ela compartilha sua motivação: “Fazer da sala de aula um contexto democrático onde todos sintam a responsabilidade de contribuir é um objetivo central da pedagogia transformadora”. Com base nesse princípio, os estudantes elaboram perguntas e hipóteses a partir de suas vivências, promovendo reflexões coletivas e construindo estratégias para enfrentar a desigualdade de gênero.
Caracteriza-se como conclusão compatível com a análise crítica desenvolvida pelos estudantes, promovendo também sua autonomia intelectual, a
Caracteriza-se como conclusão compatível com a análise crítica desenvolvida pelos estudantes, promovendo também sua autonomia intelectual, a